segunda-feira, agosto 03, 2009

Movimento associativo

Propor que os lucros de exploração do estacionamento automóvel de Cacilhas, até à data encaminhados para clubes fora da freguesia através da Sociedade de Desenvolvimento Desportivo – uma entidade da qual pouco ou nada se conhece, passem a reverter a favor das colectividades locais, as quais deverão ser apoiadas na modernização dos seus equipamentos e no acesso às novas tecnologias.
Apoiar a criação de um espaço polivalente, com sala de exposições, mini auditório e centro de recursos comum, além de gabinetes de trabalho individualizados, para instalar as associações da freguesia que não têm sede própria.
Propor a recuperação da sede histórica do Ginásio Clube do Sul, na Rua Carvalho Freirinha.

Energias alternativas

Fomentar a criação de uma Associação de Condomínios para aceder a Projectos Comunitários de Ener-gias Limpas, nomeadamente Solar.

Grandes projectos

Frente Ribeirinha, Metro Sul do Tejo e Quinta do Almaraz: divulgar e tor­nar acessível ao público a docu­mentação relativa a estes projectos, em papel e/ou suporte digital, na Junta de Freguesia.

Idosos

Criação de um Centro de Dia para os Idosos de Cacilhas, com apoio domiciliário.

Saúde

Colocar o Posto do SAP ao serviço da população. Além das consultas, propomos que o edifício funcione, também, como unidade hospitalar de retaguarda.

Estacionamento

Todos os lugares de estacionamento deverão ser pagos, excepto para os moradores e comerciantes de Caci­lhas.

Cidadania activa

Criar condições para uma efectiva cultura de participação da popula­ção, através, nomeadamente, da criação de uma «Comissão Local de Acompanhamento da Requalificação de Cacilhas», constituída por autar­cas, moradores, associações locais, comerciantes e especialistas na área do urbanismo.

Junta de Freguesia

Abertura dos serviços de atendi­mento da Junta, pelo menos um dia por semana, com a presença de autarcas, até às 23h.
Criar uma página da Junta na Inter­net e colocar na Junta um posto com vários computadores com ligação à Internet, para utilização da população, com possibilidade de apoio no uso destas tecnologias.

Uma nova política

As velhas políticas não têm satisfeito as necessidades da população de Cacilhas.
Só uma Política Nova pode melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.
Não nos podemos deixar dividir por cores partidárias, religiosas ou outras… Precisamos de realizar um debate abrangente e, sobretudo, de saber aceitar e respeitar as opiniões de todos.
Por isso, o BLOCO DE ESQUERDA propõe que os assuntos que carecem de resolução sejam discutidos previamente.
Não podemos ficar à espera que os outros façam por nós aquilo que podemos e devemos fazer. Os Cacilhenses fazem parte da solução.
Porque podes ajudar e participar, vamos todos «fazer melhor por cacilhas».

sexta-feira, julho 31, 2009

Autárquicas 2009 - Compromisso eleitoral

1. O primeiro compromisso a que os candidatos/as autárquicos do Bloco estão vinculados é com os respectivos programas eleitorais, que deverão articular o combate às políticas liberais do governo com as razões e as propostas que configuram a alternativa de esquerda para os municípios e freguesias onde se candidatam. Deste modo, os eleitos/as do Bloco, nomeadamente no exercício de funções executivas, têm a obrigação expressa de garantir a autonomia política da sua representação (total liberdade de voto) e de assegurarem a defesa dos respectivos programas eleitorais.

2. Os eleitos/as nas listas do Bloco comprometem-se:
a) A exercer um mandato em luta pelo rigor, transparência e participação cidadã em todos os âmbitos da vida autárquica;
b) A denunciar e combater activamente a corrupção e o clientelismo nas autarquias;
c) A defender intransigentemente o interesse público em todas as deliberações e no debate político em geral;
d) A lutar pela propriedade pública da água e energia;
e) A levantar a centralidade dos princípios da sustentabilidade social e ambiental, a combater todo o tipo de desigualdades, de descriminações e de injustiças, a predação do território e o favorecimento da especulação fundiária e imobiliária.

3. Os eleitos/as nas listas do Bloco rejeitarão qualquer acordo pós-eleitoral com a direita e não contribuirão para a viabilização de maiorias que incluam a direita, bem como partidos que promovam políticas anti-sociais, privatizações e/ou a eliminação de serviços públicos e que, de algum modo, tenham estado associados a situações de clientelismo ou corrupção.

4. Os eleitos/as pelo Bloco, quando em minoria, só aceitarão responsabilidades em executivos locais se for garantida total autonomia política para lutarem pela aplicação dos respectivos programas eleitorais, com uma conjugação de forças representativa e sem promover exclusões na esquerda.

5. Os eleitos/as nas listas do BE avaliam a todo o tempo, em conjunto com as respectivas coordenadoras concelhias, qualquer decisão sobre participação em executivos municipais ou de freguesia, ficando essa deliberação sujeita a ratificação das Coordenadoras Distritais e da Mesa Nacional.

sexta-feira, julho 17, 2009

Resumo da AF de 15-07-2009

Local: café do Sport Almada e Figueirinhas (que, curiosamente, continuou a funcionar como se não estivesse ali a decorrer a Assembleia de Freguesia, com clientes a entrar e a sair, alguns a conversar à porta em voz alta, enfim...).

Ponto único – Plano de Pormenor da Quinta do Almaraz.

No público estavam cerca de uma dezena de moradores.

Em representação da CMA apareceu, afinal, o Arq.º Ricardo Carneiro, assessor do vereador José Gonçalves, que fez uma breve explicação do processo, desde o seu início em 2003, quando a autarquia lançou o concurso de ideias, passando pela contratação da equipa vencedora (2004), à apresentação da visão estratégica num fórum de participação (2007) até à aprovação final do Estudo de Enquadramento Estratégico (2008) e dos Termos de Referência (2009) – o 1.º momento formal de início do plano. Até aqui, nada de novo!

No final desta primeira intervenção, o Arq.º Ricardo Carneiro esclareceu que nenhum prédio ia ser demolido e que o vereador José Gonçalves até já enviara uma carta a todos os moradores dos n.ºs 88 a 92 garantindo isso mesmo. Ou seja, mesmo esta informação não foi novidade – todos os presentes já dela sabiam, inclusive os membros da AF pois o Presidente da Junta assim os esclarecera durante a última sessão ordinária.

Mais disse que, toda a polémica surgira em virtude de as peças desenhadas fazerem essa referência, mas essa nunca fora uma hipótese a colocar em plano, pelo que os moradores podiam estar descansados. O Estudo de Enquadramento Estratégico não tinha força de lei e tratava-se, apenas, de um conjunto de propostas.

Três moradores usaram da palavra: um leu uma intervenção escrita que, presumo, fosse a posição da “comissão de acompanhamento” que elegeram para acompanhar o processo, congratulando-se pela resolução do caso, tecendo alguns elogios à forma como a CMA actuara e, entre outras questões, perguntando sobre as datas de concretização das diferentes fases do processo; outro falou nuns contentores colocados junto ao pinheiro na entrada do castelo e perguntou se as obras já iam começar? E, finalmente, uma residente, de plantas na mão, perguntou se, então, o plano ia ser alterado já que ali no desenho estavam previstas as demolições.

O Arq.º Ricardo Carneiro respondeu que sobre as datas nada podia adiantar. A CMA ainda não se pronunciara sobre o Estudo Prévio entregue pela equipa que vai elaborar o plano e, consequentemente, não se podia prever prazos concretos. Acerca dos contentores disse que de nada sabia mas ia averiguar. E esclareceu, ainda, que nem todos os edifícios contidos no perímetro do plano teriam de ser, obrigatoriamente, intervencionados. Demolições não iam haver, era uma certeza, mas poderia acontecer requalificação, ou não. Por enquanto não havia projecto final. O que os moradores tinham a fazer era continuar a acompanhar o processo como até aqui.

O Reinaldo Marujo (CDU) interveio, não para colocar questões sobre o que o representante da CMA dissera mas para trazer à discussão o que se passara na Assembleia de Freguesia de 22-04-2009 e para criticar a posição do BE e do PS, em particular aquilo que eu dissera então, referindo-se, sobretudo, às acusações que eu fizera num artigo do Notícias de Almada e que até haviam levado ao seu pedido de demissão como coordenador da Comissão de Acompanhamento da Requalificação de Cacilhas, pela falta de confiança que sentiu na altura. Salientou que se sentira muito ofendido – na sua opinião, em política não vale tudo e por isso se sentia tão indignado. Terminou dizendo que a CMA e a JFC tinham tido um excelente trabalho e congratulava-se por os prédios afinal não irem ser demolidos.

A partir daqui o assunto deixou de ser o Plano de Pormenor da Quinta do Almaraz e passou a ser o conteúdo do artigo que eu escrevera para o Notícias de Almada.

Pedi a palavra para perguntar ao Arq.º Ricardo Carneiro, porque razão a CMA, sabendo que o “modos processual” destes instrumentos de planeamento é complexo, colocou à discussão pública os Termos de Referência e o Estudo de Enquadramento Estratégico, acompanhado das peças desenhadas, sem uma explicação adicional sobre, por exemplo, a não vinculação das hipóteses avançadas (da demolição) e esclarecendo que as propostas não eram definitivas, careciam de confirmação em plano, etc. etc., tal como aqui ele acabara de fazer. Informei que considerava haver na atitude da câmara muita falta de transparência e que, se tivessem sido cumpridos os pressupostos do “direito à informação” ter-se-iam evitado muitas confusões, dúvidas e mal-entendidos.

O Noronha (CDU) entendeu que esta minha pergunta era a demonstração de que todos, à excepção do BE, eram uns ignorantes e que a forma como estava a falar sobre o assunto era como se o BE se estivesse a retratar, numa clara assumpção de que me precipitara nas acusações que então fizera, facto pelo qual se congratulava.

Pedi a palavra para dizer, apenas, que não estávamos ali a brincar e que o assunto da reunião era demasiado sério para responder à letra. Por isso, preferia não comentar e solicitei que se avançasse na discussão que ali nos levara.

O Manuel Baptista (PS) mostrou-se indignado com a CDU e o PSD pela forma como estavam a conduzir o problema e esclareceu que aquilo que movia o seu partido era o interesse dos moradores e não mero aproveitamento político como estes partidos estavam a fazer crer. O futuro nos diria quem, afinal, tinha razão.

O Presidente da AF (Miguel Salvado – PSD) interveio para falar, quase em exclusivo, do teor do meu artigo no Notícias de Almada, dizendo que aquilo eram só mentiras e que também se sentira muito ofendido. Mas ficava muito satisfeito por perceber que eu já estava arrependida do que dissera. Depois tentou lançar a suspeita de que com o novo executivo saído das eleições de 11 de Outubro, a carta do vereador poderia nada valer.

Voltei a pedir a palavra para esclarecer que não estava arrependida do que escrevera e que lamentava o facto de em vez de se estar a discutir o assunto da Ordem de Trabalhos se estivesse a falar de um artigo com mais de dois meses e que já fora sobejamente falado em Assembleias de Freguesia anteriores. E perguntei se, afinal, o problema era eu ter referido que, em Cacilhas, o PSD e a CDU tinham um acordo/parceria/aliança/coligação ou lá o que fosse, integrando ambos o executivo?

José Grosso (PS) referiu que era sua convicção de que os prédios não iriam, de facto, ser demolidos. Mas questionava: se aqueles desenhos não passavam de meros “papéis de trabalho”, sem qualquer aplicação prática, porque é que foram dados a conhecer à população? Por que se provocou esta angústia nas pessoas? E se depois de dia 22 de Abril a CMA tinha sido tão célere a resolver o problema, porque não o fora antes deixando o processo arrastar-se anos?

O presidente da Junta de Freguesia (Carlos Leal) agradeceu aos moradores a paciência para estarem a ouvir discussões políticas e lembrou à Assembleia que era bom não se desviarem do assunto principal. Disse que deveríamos ter em conta que este plano era muito importante para o concelho e para Cacilhas, em particular. Referiu que a presidente da CMA não era nenhum Valentim Loureiro nem nenhuma Fátima Felgueiras. Era uma mulher de palavra e o que dizia cumpria. Por isso, se ela prometia que os prédios não iam ser demolidos era porque não iriam mesmo. Daí não admitir que fossem aqui lançadas mais achas para a fogueira colocando em dúvida o cumprimento desta decisão após o dia 11 de Outubro.

Continuando a sua intervenção, e como não podia deixar de ser, o assunto lá foi encaminhado para o meu artigo no Notícias de Almada, cujo teor muito o indignara e que só demonstrava a imaturidade política do Bloco de Esquerda. Mas tirara uma grande lição de tudo isto. E, a partir de agora, passaria a proceder de outra forma. Antes limitara-se a ser burocrata, cumprira os termos da lei e mais nada, mas como isso fora insuficiente, passaria a comunicar à Assembleia de Freguesia para se fazer, previamente e não no fim, o que se estava ali a fazer (uma apresentação e discussão pública).

O Arquitecto Ricardo Carneiro assegurou que tudo se passara com transparência e rigor. Dizer o contrário era mentira. A CMA cumprira todos os preceitos da lei e até os excedera, pois em lado nenhum se fala dos fóruns de participação e a autarquia, sobre este assunto do Almaraz, promovera vários ao longo destes últimos 4 anos. Todos foram informados (população e autarcas). Ninguém podia dizer o contrário, nomeadamente os eleitos da Assembleia Municipal e da Assembleia de Freguesia de Cacilhas com quem haviam sido feitas reuniões de discussão do Plano da Quinta do Almaraz.

Voltei a intervir para esclarecer que, não tendo eu faltado nunca a nenhuma Assembleia de Freguesia nem sequer a qualquer reunião da Comissão de Acompanhamento da Requalificação de Cacilhas, podia afirmar, com toda a certeza, que os eleitos da freguesia nunca haviam sido informados sobre o decorrer deste processo. Apenas a CARC tivera uma reunião na CMA, com o senhor arquitecto, mas para falar dos vários projectos com incidência na freguesia e nunca fora efectuada a leitura de quaisquer mapas, nomeadamente das peças desenhadas do Estudo Estratégico em causa.

Mais disse, ainda, que no último fórum de participação (em 20-10-2007, nos Bombeiros Voluntários de Cacilhas), no qual fora apresentada a visão estratégica da autarquia para a Quinta do Almaraz, e que correspondia ao EEE da equipa do arquitecto Samuel, e onde eu estivera presente, colocara várias questões que não haviam sido respondidas. E não falara sobre esta questão das demolições porque as plantas eram projectadas a uma distância impossível de perceber o geral, quanto mais os pormenores. E o assunto nunca fora aflorado pelos técnicos nem pela senhora presidente, como eu podia comprovar pelos vídeos que gravara da sessão e ainda no dia anterior estivera a ouvir.

Por isso, afirmei, dizer que houve informação mais do que suficiente e transparência neste processo é uma falácia.

O Presidente da Junta mostrou-se indignadíssimo com o que acabara de ouvir. Deturpando tudo o que eu falara, esqueceu-se do que acabara de prometer, e disse, dirigindo-se a mim, que se eu achava que ele, de cada vez que recebesse um aviso da CMA, iria enviar os documentos para o presidente da AF informar os membros da Assembleia, eu estava muito enganada. Essa não era a sua função. Era o que faltava...

O representante dos moradores pediu a palavra para ler partes do meu artigo no Notícias de Almada, terminando com a seguinte acusação: “Não é assim que se faz política. Isto é tudo mentira.”

O Presidente da Junta (Carlos Leal) depois de ouvir aquela leitura, disse que não existia nenhum pacto entre PSD e CDU. Estavam ambos no executivo sim, por acordo entre as partes, e até funcionavam muito bem. Aliás, até à data todas as decisões haviam sido assumidas por unanimidade.

O Arquitecto Ricardo Carneiro fez a intervenção final insistindo na tónica do comportamento exemplar da autarquia, que até se excedera em relação aos procedimentos legalmente exigidos em matéria de transparência. Tudo fora informado a tempo e horas. Só não soubera da informação quem não quisera. Só não participou quem resolveu ficar indiferente, e não porque não tivesse elementos suficientes ao seu dispor.

A reunião terminou às 23H.



NOTAS FINAIS:

Tentei ser, na descrição acima apresentada, o mais isenta possível. Obviamente que muito mais foi dito. Mas aqui ficou o essencial. E dá para nos apercebermos de que, não tendo havido nada de novo a comunicar aos moradores, nem tão pouco aos autarcas presentes, aquela reunião acabou por servir apenas para a CDU e o PSD, repescando o papel de vítimas ofendidas depois da sessão da AFC de 22-04-2009, atacarem o PS e, em particular, o BE e a sua autarca, em função do conteúdo de um artigo de opinião com mais de dois meses e suficientemente debatido naquele órgão autárquico.

Aliás, sendo a sua indignação genuína e tendo até os visados (Presidente da AF, Presidente da Junta e Coordenador da CARC) afirmado, na reunião da AF de Cacilhas realizada em 05-05-2009 que iam subscrever uma carta a enviar ao jornal a fazer um desmentido para desmascarar as mentiras que haviam sido ditas, estranho é que, afinal, o não tivessem feito e, dois meses mais tarde, venham, de novo, fazer o papel de “virgens ofendidas”.

É de lamentar, sim, a forma leviana como a CDU e o PSD resolveram deturpar o sentido das frases que proferi reinterpretando-as a seu bel-prazer. Será que, doravante, sempre que se falar no Almaraz, vamos ter cenas destas? Fazer política é, então, para aqueles partidos, este circo em que se têm transformado as sessões deste órgão autárquico?

Já não se pode ter opinião? Quererão a CDU e o PSD que volte a haver censura? Depois do que se passou na sessão de 05-05-2009, e de o Presidente da Junta ter perdido a compostura verbal, o que mereceu um pedido de desculpas pessoais no final da sessão, voltar a este assunto só pode mesmo ser pura demagogia e eleitoralismo do mais baixo nível. Ou será que pretendiam que a eleita do BE reagisse de forma intempestiva para, depois, a acusarem de "desvario político" ou coisa que o valha?

E onde estão as provas concretas de que as afirmações por mim proferidas eram mentira? É que não basta dizê-lo. É preciso prová-lo! E de forma convincente.

Pensarão estes senhores que o facto de se sentirem ofendidos (e estão no seu direito, ninguém o nega), a expressão da sua indignação pode ser ofender, de forma gratuita, quem, supostamente, os ofendeu? É assim que entendem a ética política?

Julgarão aqueles dois partidos que, assim, branqueiam a sua própria incoerência?:
O PSD, com a sua alegada “política da verdade”, mas que em campanha esconde dos seus eleitores acordos de bastidores para partilha da cadeira do poder com um dos seus maiores adversários?
A CDU, que se alardeia guardiã da moral e da ética política, mas que até nem se importa nada de se juntar à direita que diz combater de forma intransigente só para não perder a maioria absoluta que tanto condena nos outros?

Muitas mais perguntas haverá para fazer. Mas fico-me por aqui que estas já têm matéria suficiente para reflexão.

sábado, junho 27, 2009

Resumo da AF de 25-06-2009

No público estiveram presentes oito pessoas.

No período Aberto ao Público, intervieram dois moradores solicitando esclarecimentos sobre a questão do Plano de Pormenor da Quinta do Almaraz.

O Presidente da Assembleia informou os presentes de que se iria realizar uma reunião extraordinária na 1.ª quinzena de Julho, estando-se apenas à espera da confirmação do senhor vereador.

O Presidente da Junta esclareceu que a senhora Presidente da CMA já tinha prometido, publicamente, que não iam haver demolições. Em breve ia seguir um ofício a todos os moradores informando dessa decisão. E de seguida esclareceu quais haviam sido as diligências do executivo da Junta no sentido de esclarecer a situação, dando nota, nomeadamente, da reunião realizada com os arquitectos Paulo Pardelha e Ricardo Carneiro onde ficara a saber que a demolição não estava na ordem do dia e que o novo projecto do arquitecto Samuel já não previa quaisquer demolições.

No período Antes da Ordem do Dia, apenas o BE apresentou moções:
Eleições Europeias e Recenseamento Eleitoral – Aprovada por unanimidade;
Videovigilância no MST – Aprovada por unanimidade;
Transparência na Gestão Autárquica e Direito à Informação – Rejeitada por maioria, com a seguinte votação: 5 votos a favor (BE e PS); 6 votos contra (CDU) e 2 abstenções (PSD).

As principais objecções ao conteúdo da moção sobre a transparência prenderam-se com o facto de ela ser generalista, sem a apresentação de casos concretos de incumprimento e, portanto, sem que fosse possível avaliar a justiça das recomendações as quais eram uma decorrência da lei (CDU) e porque não seria aquele o sítio certo para a apresentar na medida em que o executivo da JFC sempre se esforçara por responder às solicitações dos membros da AF (PSD). O Presidente da AF afirmou mesmo que se a moção fosse apresentada na Assembleia Municipal não teriam problema em votar a favor, mas ali tinham sérias dúvidas.

Pedi a palavra e esclareci que a moção fora feita de forma genérica porque se tratava de condenar uma atitude comum a quase todas as autarquias do concelho e não valia a pena citar casos concretos. Mas se os queriam exemplos que não fosse por isso: e indiquei o caso da CMA (bastava irem ao portal on-line da AMA para verificarem quantos requerimentos lá estavam, alguns há mais de dois meses e sem qualquer resposta) e o da Junta de Freguesia de Cacilhas, para não ir mais longe – e da entrega que fizera, naquela reunião, de dois requerimentos a solicitar a resposta a dois outros que passados cerca de quinze dias após o prazo legal ainda não haviam sido respondidos.

Na moção sobre as eleições europeias, aceitei a sugestão de introduzir uma nova alínea com um louvor às restantes funcionárias da JFC que tiveram um acréscimo de trabalho para permitir que a responsável da base de dados do recenseamento eleitoral estivesse em dedicação exclusiva a esse assunto.

Ainda neste período foram apresentadas pelas bancadas da CDU, PS e PSD alguns problemas locais: ruído do MST, pombos, decréscimo da qualidade da limpeza das ruas, recuperação urbana, degradação do terminal 2 da TT, venda ambulante de fruta não autorizada no cais de Cacilhas, actuação discriminatória dos fiscais da ECALAMA, etc.

O Presidente da JFC prestou alguns esclarecimentos, nomeadamente sobre: pombos (que já não era só uma questão de limpeza mas, também, de saúde pública) – iam ter uma reunião com o vereador responsável pelo pelouro; venda ambulante – estavam a apensar convocar uma reunião com a ASAE, Polícia, Delegado de Saúde e CMA.

No período da Ordem do Dia coloquei diversas questões sobre o documento apresentado pela Junta de Freguesia, tendo obtido alguns esclarecimentos:
Questão 1
A verba refere-se à contrapartida financeira que a JFC recebe dos SMAS pela execução descentralizada das cobranças daquele sector. O Presidente da Junta informou, ainda de que pretendiam rever o respectivo protocolo (que datava de há três mandatos atrás) no sentido de aumentar esta quantia.
Questão 2
A verba refere ao pagamento do técnico revisor oficial de contas.
Questão 3
O subsídio não fora ainda atribuído porque os BVC não tinham entregue, ainda, o protocolo para o corrente ano assinado. O dinheiro destina-se a apoiar as actividades e equipamentos da fanfarra.
Questão 4
Ser-me-á entregue, posteriormente, uma lista descriminada.
Questão 5
As quantias dizem respeito aos contratos na área de conservação das instalações (ar condicionado) e apoio informático (software).
Questão 6
A contrapartida é o acesso a estudos específicos e de apoio à gestão. Por exemplo, quando estiver concluído o trabalho sobre o emprego será entregue um relatório, que poderá ser enviado, também, à AF.
Questão 7
Foram corrigidas, sobretudo, situações de buracos nos passeios. E, também o calabouço na Praça Gil Vicente que estava mal sinalizado e oferecia perigo para a segurança dos transeuntes. Entretanto, detectadas novas iriam insistir de novo com a empresa concessionária.
Questão 8
Brevemente será entregue aos membros da AF uma informação sobre o assunto.
Questão 9
O debate foi muito fraco. Teve, apenas, a participação de cerca de dez pessoas além dos membros da Mesa. Ainda assim acabou por se ficar à conversa, de forma informal, tendo-se reflectido sobre uma série de situações importantes. Brevemente iriam enviar-nos um documento contendo as principais conclusões.
Questão 10
A página da JFC tinha um novo endereço. Ficou, então, estabelecido que seria importante o antigo ter um encaminhamento imediato para o novo portal, além de que seria curial proceder à sua divulgação.
Questões 11, 12 e 13
Para já não está definida no âmbito da CSIFACC nenhuma estratégia até porque, em termos logísticos, não existem meios, sobretudo humanos. Mas a JFC está atenta e pretende concertar posições nomeadamente com as IPSS existentes na área da freguesia pois estão conscientes de que em Cacilhas existem muitos mais idosos do que os onze sinalizados.

Finalmente, foram distribuídas duas actas atrasadas (de Dezembro e Abril) mas a sua aprovação transitou para a próxima reunião extraordinária.

O Presidente da AF ficou, ainda, de agendar uma reunião da Comissão de Acompanhamento da Requalificação de Cacilhas até ao próximo dia 15 de Julho.


A Representante do Bloco de Esquerda
Ermelinda Toscano

Parecer sobre Informação do 2.º trimestre de 2009

Não podemos deixar de começar por referir o facto de, incompreensivelmente, este documento aparecer sem as páginas numeradas, além de não incluir um índice de matérias, o que dificulta a localização dos dados a citar, apesar de o seu equivalente anual (o Relatório e Contas) ser apresentado de forma correcta.

Por outro lado, voltamos a insistir em que a informação contabilística disponibilizada é densa demais, em detrimento da descrição efectiva das actividades que se apresenta demasiado resumida.

Em relação ao conteúdo do documento em apreço temos as seguintes questões a apresentar:

1. Sobre a execução orçamental da receita – qual é a origem da rubrica “Venda de Bens e Serviços Correntes - Serviços Específicos das Autarquias – Outros – S.M.A.S”, cuja dotação previsível de 11.448,45 euros se encontra integralmente por cobrar?

2. Sobre o controlo orçamental da despesa – na Administração Autárquica é apresentada na rubrica “Estudos, pareceres, projectos e consultadoria” o compromisso já assumido e liquidado de 1.835,10 euros. A que se refere, exactamente?

3. Ainda no controlo orçamental da despesa e na Administração Autárquica também, gostaríamos de saber as razões pelas quais ainda não foram assumidos os compromissos, contabilisticamente falando, referentes às transferências correntes para as instituições sem fins lucrativos devidamente dotadas no orçamento, nomeadamente para os Bombeiros Voluntários de Cacilhas – 4.000 euros? E quanto a esta verba, e não querendo com a nossa pergunta estar a levantar qualquer dúvida sobre a justiça desta atribuição, a que se destina o dinheiro em causa?

4. Continuando no controlo orçamental da despesa, desta feita no sector da Secretaria e Administração Geral – a que se referem, exactamente, as rubricas dos “Outros suplementos e prémios” e, em particular, a dos “Outros abonos em numerário ou espécie”, pela qual já foram liquidados cerca de 92% (2.678,99 euros) e 45% (3.619,09 euros) das respectivas dotações globais?
Assim como, no Sector do Equipamento Urbano, Ambiente e Saneamento Básico, para a mesma classificação económica da despesa acima referida, os valores de 1.361,12 euros e 739,20 euros, de “Outros suplementos e prémios” e “Outros abonos em numerário ou espécie”, respectivamente.

5. Finalmente, a que se referem as quantias de 2.808,76 euros e de 1.143,60 euros pagas a título de assistência técnica e outros trabalhos especializados, respectivamente, no Sector da Secretaria e Administração Geral?

Quanto à designada Actividade Directa

6. Na página 1 – é dito que a Junta de Freguesia paga uma quota anual de 500 euros à “Novalmadavelha” – Agência de Desenvolvimento Local. Quais são as contrapartidas obtidas?

7. Na página 3 – é afirmado que a JFC acompanhou a correcção das “anomalias verificadas ao longo do espaço canal do MST”. Considerando que existem, ainda, muitas por corrigir, nomeadamente a colocação de vários pilaretes de ferro derrubados, a que anomalias se está o executivo a referir? E porque foram corrigidas umas e outras não?

8. Ainda na página 3 – quantos alvarás de licença de ocupação do espaço público de estabelecimentos de restauração foram aprovados?

9. Na página 4 – como não pudemos assistir ao debate sobre “Os jovens e a Europa” gostaríamos de saber alguma informação resumida sobre como o mesmo decorreu.

10. Na página 5 – é afirmado que se concluiu a “reformulação do site da Junta de Freguesia”. Todavia, no dia 24.06.2009, consultado o endereço http://www.jfcacilhas.com constatámos que, contudo, tudo continua na mesma: aspecto gráfico e conteúdos desactualizados, em relação às actividades e no que se refere à composição do executivo onde ainda se indica a Celeste Amorim, como responsável pelo pelouro da cultura, recentemente falecida e substituída por Amílcar Almeida em 06.04.2009. Afinal que reformulação foi esta? Para quando a actualização de conteúdos, nomeadamente a disponibilização das actas do órgão deliberativo e dos documentos previsionais (orçamento) e de prestação de contas?

Finalmente, algumas questões sobre a “Apresentação dos Resultados do Inquérito realizado pela Comissão Social Inter-Freguesias de Almada, Cacilhas e Cova da Piedade:

11. Considerando que o objectivo de identificar os “idosos que se encontravam sós” não foi alcançado, como é dito nas conclusões, que pensa a CSIFACC fazer de seguida? Existem estratégias definidas para suprir as deficiências detectadas?

12. Uma das razões apontadas para não se ter conseguido atingir aquele objectivo foi a do “desconhecimento dos recursos existentes na comunidade”. Vão ser tomadas algumas medidas no sentido de fazer chegar essa informação à população idosa?

13. Na Freguesia de Cacilhas são referenciadas 11 pessoas idosas (mulheres) vivendo sós. Todos estes casos necessitam de apoio institucional? Como se está a processar o respectivo acompanhamento?

Cacilhas, 25 de Junho de 2009

Maria Ermelinda Toscano,
A Representante do Bloco de Esquerda

Plano de Pormenor da Quinta do Almaraz

Exm.º Senhor Presidente
Da Assembleia de Freguesia de Cacilhas


Na Assembleia de Freguesia realizada no passado dia 5 de Maio, entregou o Bloco de Esquerda um requerimento solicitando o esclarecimento de diversas dúvidas acerca do «Plano de Pormenor da Quinta do Almaraz», que junto se anexa.

Até à presente data, e apesar de já terem decorrido mais de quinze dias após o prazo, de um mês, legalmente estabelecido para o efeito na alínea d) do n.º 1 do artigo 38.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro (na redacção da Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro), todavia, não lográmos obter quaisquer esclarecimentos sobre o assunto.

Face ao exposto, vimos, por este meio, solicitar a V.ª Ex.ª se digne remeter o presente requerimento ao Exm.º Senhor Presidente da Junta de Freguesia insistindo na necessidade de serem encetadas as diligências tendentes à obtenção da informação solicitada.

Mais se requer que a resposta nos seja comunicada, por escrito, no prazo estabelecido na alínea d) do n.º 1 do artigo 38.º do diploma atrás citado, e, se possível, com cópia a todos os membros desta Assembleia de Freguesia. O formato de suporte a utilizar pode ser o digital e o instrumento de comunicação o correio electrónico, para o que indicamos o respectivo endereço: xxxxxx@xxxx.

Com os melhores cumprimentos,

Cacilhas, 25 de Junho de 2009

Maria Ermelinda Toscano
Representante do Bloco de Esquerda
Nota: este documento foi entregue na Mesa da sessão antes dos presentes terem sido informados de que a sr.ª presidente já não ia avançar com as demolições.

Segurança Rodoviária na Av.ª 25 de Abril

Exm.º Senhor Presidente
Da Assembleia de Freguesia de Cacilhas


Na Assembleia de Freguesia realizada no passado dia 6 de Abril, entregou o Bloco de Esquerda um requerimento solicitando o esclarecimento de diversas dúvidas acerca do «Parque de Estacionamento da Margueirinha – falta de visibilidade à saída» e sobre a «Segurança Rodoviária na Av.ª 25 de Abril – velocidade de circulação no sentido descendente», que junto se anexa.

Até à presente data, e apesar de já terem decorrido mais de trinta dias após o prazo, de um mês, legalmente estabelecido para o efeito na alínea d) do n.º 1 do artigo 38.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro (na redacção da Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro), todavia, não lográmos obter quaisquer esclarecimentos sobre o assunto.

Face ao exposto, vimos, por este meio, solicitar a V.ª Ex.ª se digne remeter o presente requerimento ao Exm.º Senhor Presidente da Junta de Freguesia insistindo na necessidade de serem encetadas as diligências tendentes à obtenção da informação solicitada.

Mais se requer que a resposta nos seja comunicada, por escrito, no prazo estabelecido na alínea d) do n.º 1 do artigo 38.º do diploma atrás citado, e, se possível, com cópia a todos os membros desta Assembleia de Freguesia. O formato de suporte a utilizar pode ser o digital e o instrumento de comunicação o correio electrónico, para o que indicamos o respectivo endereço: xxxxxxx@xxx.

Com os melhores cumprimentos,

Cacilhas, 25 de Junho de 2009

Maria Ermelinda Toscano
Representante do Bloco de Esquerda

Transparência na gestão autárquica e direito à informação

Considerando que:

O “direito à informação” tem regime idêntico ao dos restantes “direitos, liberdades e garantias” consagrados na Constituição da República Portuguesa (conforme assim o determina o disposto nos artigos 48.º e 268.º).

O “direito à informação” é, ainda, uma prerrogativa dos titulares do “direito de oposição” consignado no artigo 4.º da Lei n.º 24/98, de 26 de Maio, e que lhes confere a faculdade de serem informados pelos “órgãos executivos sobre o andamento dos principais assuntos de interesse público relacionados com a sua actividade.”

O princípio da “administração aberta”, regulado pelo artigo 65.º do Código do Procedimento Administrativo e pela Lei n.º 65/93, de 26 de Agosto, visa assegurar o rigor e a transparência nos procedimentos administrativos, cujo paradigma integra, por sua vez, os valores fundamentais da justiça e da imparcialidade, suporte da democracia.

O cumprimento dos prazos estabelecidos na Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro (na redacção da Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro) – alínea d) do n.º 1 do artigo 38.º e alínea u) do n.º 1 do artigo 68.º – para os Presidentes dos órgãos executivos responderem aos requerimentos entregues pelos membros das assembleias deliberativas, através da respectiva Mesa, são um dos principais indicadores do respeito pelo funcionamento democrático destas instituições.

A Assembleia de Freguesia de Cacilhas, reunida em sessão ordinária realizada no dia 25 de Junho de 2009, delibera considerar a negação, injustificada, de resposta às solicitações dos autarcas, por omissão ou acção:

a) Uma atitude de obstrução à prossecução da competência legalmente consignada do órgão deliberativo fiscalizar a actuação do órgão executivo, prenúncio de falta de transparência na gestão autárquica;
b) Um desrespeito pelo funcionamento democrático dos órgãos autárquicos, que em nada prestigia o Poder Local.


Enviar a:
Câmara Municipal de Almada, Assembleia Municipal de Almada, a todas as Juntas e Assembleias de Freguesia do concelho de Almada.

Cacilhas, 25 de Junho de 2009

A Representante do Bloco de Esquerda,
Maria Ermelinda Toscano
REJEITADA. A votação foi a seguinte:
A favor - BE e PS = 5 votos.
Contra - CDU = 6 votos.
Abstenção - PSD = 2 votos.

Videovigilância no MST

No cais terminal do MST (Metro Sul do Tejo), em Cacilhas, encontram-se colocadas duas câmaras de videovigilância.

Embora seja compreensível que, por questões de segurança de pessoas e bens, essa diligência possa ser aceitável, a actividade de segurança privada depende da satisfação prévia de diversos requisitos que garantam a ressalva dos direitos das pessoas, constitucionalmente protegidos, alguns dos quais tudo indica não estarem a ser cumpridos.

Face ao exposto, a Assembleia de Freguesia de Cacilhas, reunida em sessão ordinária no dia 25 de Junho de 2009, delibera que seja solicitado à empresa Metro Transportes do Sul, concessionária do MST, que:

a) Proceda à afixação, obrigatória por lei, em local bem visível, do aviso referido no n.º 3 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 35/2004, de 21 de Fevereiro;
b) Indique a esta Assembleia de Freguesia, por escrito:
1 - se faz parte do registo público da Comissão Nacional de Protecção de Dados (entidade à qual compete, nos termos da Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro, autorizar e fiscalizar a utilização deste tipo de meios);
2 - desde quando está autorizada a proceder à recolha das imagens e se, além destas, também é feita a captação sonora.

Cacilhas, 25 de Junho de 2009


A Representante do Bloco de Esquerda,
Maria Ermelinda Toscano
APROVADA POR UNANIMIDADE.

Eleições Europeias e Recenseamento Eleitoral

Cacilhas foi a freguesia do nosso concelho onde se registou a maior percentagem de votantes (43%) tendo a abstenção ficado pelos 57%, enquanto no país ela foi de 63%, no distrito de Setúbal de 62% e no município de Almada de 61%.

Apesar da recente alteração à legislação sobre o regime do recenseamento eleitoral, que trouxe dificuldades acrescidas na actualização da base de dados respectiva, mercê do cuidado colocado na conferição dos cadernos eleitorais pela Junta de Freguesia, em Cacilhas os erros foram ínfimos e, mesmo assim, de responsabilidade externa à autarquia.

Face ao exposto, a Assembleia de Freguesia de Cacilhas, reunida em sessão ordinária no dia 25 de Junho de 2009, delibera:
a) Agradecer a participação de todas as cidadãs e de todos os cidadãos que cumpriram o seu dever de cidadania;
b) Apelar a que nas próximas eleições que se avizinham (legislativas e autárquicas) as eleitoras e os eleitores desta freguesia sejam, ainda, mais participativos, contribuindo com o seu voto para a solidificação da nossa jovem democracia;
c) Aprovar um voto de louvor à funcionária da Junta de Freguesia de Cacilhas responsável pela manutenção da base de dados do recenseamento eleitoral (Isabel) pelo seu empenho e elevado profissionalismo no que se refere à correcta actualização dos cadernos eleitorais;
d) Aprovar, também, um voto de louvor às restantes funcionárias da JFC (Célia, Paula, Teresa e Maria José) que substituíram a Isabel nas suas tarefas de balcão para que esta pudesse dedicar-se, em exclusivo, ao recenseamento eleitoral - sugestão apresentada pelo Presidente da JFC, aceite pelo BE.
Cacilhas, 25 de Junho de 2009


A Representante do Bloco de Esquerda,
Maria Ermelinda Toscano
APROVADA POR UNANIMIDADE.

quinta-feira, junho 04, 2009

Europeias 2009: BE na Incrível Almadense...

A foto-reportagem do comício de encerramento da campanha às Europeias 2009, dia 3 de Junho

O ESPECTÁCULO MUSICAL:

Os Kaja Bucalho

Aldina Duarte

OS DISCURSOS:

Helena Oliveira

Manuel Martins

Fernando Rosas

Rui Tavares

Marisa Matias

Miguel Portas

Bloco de Esquerda ao Parlamento Europeu!