quarta-feira, setembro 23, 2009

Declaração política sobre o funcionamento da Assembleia de Freguesia de Cacilhas

Esta é a última sessão do actual mandato (2005-2009), pelo que o Bloco de Esquerda considera ser a data oportuna para que se faça um pequeno balanço do que foi o funcionamento deste órgão autárquico ao longo dos últimos quatro anos.

As Freguesias, apesar do seu quase nulo poder de intervenção ao nível do planeamento urbano e sócio económico (uma tarefa da exclusiva competência do município) e das escassas atribuições no âmbito da gestão corrente com impacto directo na vida das pessoas (mercê, sobretudo, dos diminutos orçamentos de que dispõem) têm, todavia, um papel muito importante a desenvolver na área social de proximidade, assim como na cultura ou no turismo (na vertente de divulgação) e, em particular, através da respectiva Assembleia de Freguesia podem dar um contributo bastante válido na solidificação dos hábitos de participação cidadã na medida em que, por serem os órgãos autárquicos que mais perto estão da população, estarem em condições óptimas para se constituir como fóruns de debate privilegiado sobre as questões locais.

É nesta última vertente (de fomento da participação activa da população), que julgamos ter falhado redondamente aquela que consideramos ser a principal missão deste órgão colegial, muito embora reconheçamos que foram desenvolvidos alguns esforços no sentido de prover àquele que consideramos ser o desígnio de uma Assembleia de Freguesia:

- Em quatro anos realizaram-se as reuniões trimestrais obrigatórias e apenas duas sessões extraordinárias, sobre temas pertinentes da freguesia (Ginjal, em 16-11-2006, e o Plano de Pormenor da Quinta do Almaraz, em 15-07-2009) deixando de fora questões como a do MST e o seu impacto local;

- O único debate de um ciclo de três intitulado “Cacilhas, o presente e o futuro” – Cultura, Comércio e Turismo –, realizado em 19-09-2008, aconteceu dezassete meses após a deliberação inicial (assumida em 23-04-2007) e foi um autêntico fiasco em termos de assistência, levando à não realização dos encontros seguintes, apesar de os mesmos versarem sobre questões fundamentais para a nossa freguesia: “Requalificação Urbana e Mobilidade” e “Saúde e Terceira Idade”;

- As Comissões deliberadas criar em 22-12-2005, para os “Assuntos Culturais” e de “Acompanhamento da Requalificação de Cacilhas” não conseguiram vingar. Apesar de esta segunda (ao contrário da primeira que não chegou sequer a meio do mandato) ainda ter desenvolvido algum trabalho de equipa bastante válido no início da sua existência, certo é que, embora nunca tivesse sido formalmente extinta, como a sua congénere, não reúne há mais de um ano;

- Do total de vinte e três sessões realizadas até hoje, não se conseguiu cativar os cacilhenses para virem expor os seus problemas no “período aberto ao público”, à excepção das últimas realizadas neste ano de 2009 (e apenas devido à polémica surgida em torno do Plano de Pormenor da Quinta do Almaraz / Ginjal) acontecendo, na maioria das vezes, que apenas estão presentes nas reuniões os autarcas que compõem a Assembleia de Freguesia e os membros do executivo, o que é de lamentar;

- Muito embora tivesse sido prometido pelo senhor Presidente do executivo no segundo ano deste mandato, a quando da criação da primeira página da Junta de Freguesia na Internet, que haveria um espaço reservado à Assembleia de Freguesia para nele serem inseridas as Actas deste órgão deliberativo, assim como as das comissões, acontece que esse objectivo nunca chegou a ser cumprido o que consideramos incompreensível.

Tendo presente o texto da moção “Democracia, Poder Local e Cidadania”, aprovada por unanimidade em 26-04-2006, o Bloco de Esquerda não pode deixar de lamentar que nestes quatro anos não tenhamos conseguido fazer cumprir os objectivos a que nos tínhamos proposto e que a seguir se transcrevem como auxiliar de memória:

«Nas democracias representativas, o papel dos cidadãos não se esgota no acto eleitoral, nem o dos autarcas na tomada de posse. Por isso, existem responsabilidades que não podemos esquecer, entre as quais a participação activa na vida da comunidade local.
O reforço do espírito de Cidadania e a promoção de uma efectiva cultura democrática são, pois, objectivos que importa aqui ressalvar, reconhecendo, nomeadamente, a importância das associações locais como parceiras essenciais no processo de decisão e na gestão dos assuntos locais.

Tendo como objectivo a dignificação deste órgão autárquico e da imagem dos autarcas que dele fazem parte, a Assembleia de Freguesia de Cacilhas assume como compromissos para o presente mandato, entre outros, os princípios a seguir indicados:
a)A promoção de acções que visem a consecução do direito dos cidadãos a acederem a uma informação clara e completa relativa às diferentes questões que interessam à Freguesia;
b)O desenvolvimento de actividades que fomentem a participação dos cidadãos nas decisões importantes que comprometem o futuro da Freguesia;
c) O apoio ao esclarecimento dos cidadãos no que se refere ao funcionamento deste órgão autárquico de modo a melhorar a eficácia dos diversos métodos de participação.»

Face ao exposto, o Bloco de Esquerda considera ser da mais elementar pertinência que no início do próximo mandato os autarcas que venham a fazer parte deste órgão deliberativo, em parceria com o futuro executivo, efectuem uma séria reflexão sobre as razões que estiveram na base deste fracasso e tentem encontrar as soluções que levem a ultrapassar as barreiras que impediram a concretização daqueles objectivos em 2005-2009.

Cacilhas, 22 de Setembro de 2009
A Representante do Bloco de Esquerda,
Maria Ermelinda Toscano

Declaração política sobre o Plano de Urbanização Almada Nascente

Começamos por esclarecer que consideramos a elaboração do Plano de Urbanização de Almada Nascente (PUAN) uma iniciativa municipal, obviamente, legítima e meritória!

Assim como, atendendo a que o PUAN é um assunto de evidente interesse para os cacilhenses, não só por se situar no perímetro geográfico da nossa freguesia mas, principalmente, pelos significativos impactos ao nível do planeamento urbano e sócio económico que o mesmo irá ter nesta zona do concelho de Almada, não podemos deixar de abordar este tema nesta Assembleia, embora estejamos conscientes de que não cabe a este órgão colegial deliberar sobre a sua aprovação.

Julgamos que, todavia, sendo este o órgão autárquico mais próximo dos cidadãos, os seus membros também deveriam ter uma palavra a dizer sobre tão importante projecto e, por isso, resolvemos, a título de declaração política, tecer algumas considerações sobre a matéria.


Com efeito, uma vez consumado o encerramento dos Estaleiros da Lisnave na Margueira, processo a todos os títulos traumático para a cidade de Almada e a região, e contributo significativo para a desindustrialização da Península de Setúbal, que tão negativamente marcou as últimas décadas da nossa vida colectiva, impunha-se naturalmente que a Cidade repensasse o papel da sua Frente Ribeirinha Nascente, não permitindo que o enorme baldio industrial da Margueira (55 ha) se somasse aos abandonados Cais do Ginjal e Estaleiros da Parry, e aos degradados Silos do Caramujo.

De facto, esta zona constitui, ainda hoje, uma frente ribeirinha da cidade de Almada profundamente desvalorizada, face ao papel social e urbanístico que o seu potencial, por todos reconhecido, impunha e impõe, que represente.

Reconhecemos a complexidade dos processos de transformação urbana e a pesada burocracia, associadas, em particular, aos Processos de Elaboração de Instrumentos de Gestão Territorial.

Apesar disso, relativamente àquilo que é, ainda hoje, a realidade no terreno deste nosso “Arco Ribeirinho” (da Quinta da Arealva ao Caramujo), é inevitável que se faça um balanço muito negativo de três décadas e meia de gestão CDU, sem escamotear, obviamente, as responsabilidades dos sucessivos governos do País (PS/PSD), em particular no caso em apreço: a vida e a morte dos estaleiros da Margueira, e a sua relação com a cidade de Almada e o seu governo.

Por isso, queremos aproveitar esta declaração para assinalar os bons e maus aspectos deste processo:

- É positivo que, sem esperar pela iniciativa do Estado, indiciada nos documentos legais que instituíram o Fundo Margueira Capital, a Câmara Municipal de Almada tenha resolvido dar início a um processo de planeamento urbanístico daquela zona, após o encerramento dos Estaleiros da Lisnave na Margueira.

- É positivo que não tenha restringido tal processo à área dos Estaleiros (55 ha) e que tenha definido uma área de estudo alargada (115 ha), de forma a poder enquadrar o restabelecimento das ligações da cidade com o rio, entre a Cova da Piedade e Cacilhas.

- É positivo que tenha sido lançado um Concurso Público Internacional para escolher a Equipa Técnica do Plano.

- É positivo que a metodologia de trabalho adoptada tenha dado importância e autonomia disciplinar à vertente ambiental da problemática em presença, através do Estudo de Caracterização Ambiental Geológica e Geotécnica (ECAGG), e que esta tenha podido informar a cenarização em que assentam as bases do Plano de Urbanização.

- Ainda do ponto de vista metodológico, é positivo que os mecanismos de participação adoptados tenham incluído o envolvimento dos actores - chave e das entidades da Administração Central, embora lamentemos que nunca se tenha pensado na integração deste órgão, através da Comissão de Acompanhamento da Requalificação de Cacilhas, nessa equipa plural.

Mas vejamos como decorreu este processo:

- A Equipa de Projecto assinou o contrato em Outubro/2002. Decorreu entre 2003 e 2005 a fase a que poderemos chamar de semi-pública da elaboração do Plano. Isto porque, quanto à Participação das pessoas, neste como em todos os outros processos de natureza semelhante desencadeados pela Câmara nos últimos anos, estamos muito longe do mínimo aceitável e a “milhas” do que achamos necessário, como aconteceu com o Plano de Pormenor da Quinta do Almaraz / Ginjal, projecto sobre o qual já aqui nos pronunciámos.

- Neste processo, os chamados Fóruns de Participação que, na melhor das hipóteses, podemos considerar de informação ou divulgação, decorreram até 2005, tendo-se realizado o último ainda antes do envio do processo para recolha dos pareceres da Administração Central através da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT).

- Até Julho de 2009, nunca mais se ouviu falar deste Plano. Atrevemo-nos mesmo a afirmar que haverá nesta Assembleia, a terminar 4 anos de mandato (2005-2009), autarcas que não o consultaram ainda, se calhar até mesmo os que fazem parte da inoperante Comissão de Acompanhamento da Requalificação de Cacilhas (alguns porque nem sequer tiveram qualquer oportunidade para o efeito, bastando para isso terem estado de férias entre meados de Julho e meados de Agosto). Que dizer, então, dos cidadãos das freguesias de Cacilhas e da Cova da Piedade, do concelho de Almada e até da região?

- A chamada “discussão pública” do Plano decorreu, assim, de 17 de Julho a 17 de Agosto, período em que a documentação técnica, extensa e complexa (centenas e centenas de páginas e dezenas de peças desenhadas) foi “disponibilizada”, isto é “depositada”, nos Serviços Técnicos da Câmara e nas sedes das Juntas de Freguesia implicadas (Cacilhas e Cova da Piedade), durante as horas de expediente, isto é, das 9h às 17:30h, e sem possibilidade de alargamento excepcional pós-laboral, obrigando a que os interessando tivessem de faltar aos seus empregos (como aconteceu com a representante do BE nesta Assembleia) para se deslocarem aos locais em causa.

- Colocação de inexplicáveis entraves burocráticos à cedência de reproduções dos documentos, impedindo as Juntas de Freguesia de fornecerem fotocópias aos interessados e exigindo que se fizesse um pedido por escrito à presidente da Câmara, o qual demorou mais de uma semana a ser respondido esgotando, entretanto, o tempo útil para analisar a documentação, embora tenham sido facultados, em formato digital, escassos três dias antes do término do prazo, todos os documentos integrantes do processo, ou seja, algo que deveria ter sido logo preparado com antecedência para responder, atempadamente, às solicitações dos munícipes assim que eles manifestassem esse desejo;

- Neste período, a referida documentação foi “consultada”, de acordo com o Relatório de Ponderação agora divulgado no sítio online da Câmara por 15 (somente quinze) cidadãos/entidades (entre os quais se encontra a representante do Bloco de Esquerda nesta Assembleia), e deu azo a 3 (três, apenas) participações escritas, sendo uma delas a do BE, e mais uma que entrou fora do prazo estipulado.

Relativamente a um processo de tamanha importância e complexidade, e no contexto de tantas e tão significativas decisões anunciadas para a nossa Região (como sejam o Novo Aeroporto, a 3.ª Travessia do Tejo, o TGV, a Plataforma Logística do Poceirão, a revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa, PROT-AML, o Projecto do Arco Ribeirinho Sul e a revisão do Plano Director Municipal, PDM de Almada), somos forçados a concluir que tão escassa participação só pode ficar a dever-se à falta de visibilidade do processo durante os últimos 4 anos.

Este facto é, em primeiro lugar, responsabilidade do Executivo da CMA, mas não escamoteamos a quota-parte de responsabilidade do Governo, nomeadamente no que toca à articulação do Plano de Almada Nascente com o Projecto do Arco Ribeirinho Sul, aprovado pelo Concelho de Ministros também em Julho de 2009 e publicado no Diário da República em Agosto, sem que até hoje tenha havido qualquer explicação pública sobre o assunto.

A este propósito, refira-se que consideramos absolutamente inaceitável que tenha sido proposta a votação final do Plano de Urbanização de Almada Nascente na Assembleia Municipal realizada no dia 18 do corrente mês, a última sessão do actual mandato autárquico, sem que tenha havido um esclarecimento cabal da articulação entre estes dois processos, questão que levantámos na nossa participação escrita na Discussão Pública do PUAN, e que não mereceu qualquer resposta por parte da Câmara, a não ser uma vaga referência à autonomia do PUAN enquanto Instrumento de Gestão Territorial, da qual obviamente estamos cientes.

No entanto, esta constatação não nos descansa relativamente à compatibilidade do que ambos os processos determinam para o território dos Estaleiros da Margueira, que é um e o mesmo, no Plano de Urbanização Municipal e no Plano Estratégico do Governo.

Bem sabermos que a senhora presidente considera a Discussão Pública agora ocorrida “uma mera formalidade”, como afirmou recentemente num debate televisivo, mas a falta de conhecimento e debate público da versão final do Plano de Urbanização de Almada Nascente e as muitas dúvidas que suscita a leitura do recém-publicado Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul, justificariam, só por si, que o PUAN não tivesse sido aprovado em fecho de mandato.

Na nossa opinião, ter colocado a Assembleia Municipal perante a obrigação de votar o PUAN no passado dia 18, tratou-se de uma intencional e deliberada precipitação da Câmara que deixou aquele órgão colegial na ingrata e pouco digna posição de exercer uma das suas mais importantes competências (a aprovação de Instrumentos de Gestão Territorial e Planos Municipais de Ordenamento do Território) sem que a maioria dos seus autarcas tivessem conhecimento aprofundado da versão final do Plano e de outras matérias conexas da maior relevância, como é o Projecto do Arco Ribeirinho Sul!

Esta atitude do actual executivo acaba por demonstrar, como noutros casos que têm vindo a acontecer amiúde nos últimos tempos, um total desrespeito pelo funcionamento institucional da Assembleia Municipal chegando o executivo ao ponto de não acatar, expressamente, as suas deliberações, como no caso da aprovação do mapa de pessoal para 2009 cujas dotações têm sido largamente ultrapassadas sem autorização para o efeito, revelando a CMA, com este comportamento ilegítimo, uma total desconsideração pelos membros daquele órgão autárquico que o Bloco de Esquerda não pode deixar de aqui condenar.

Em contrapartida, ouvimos a Senhora Presidente da Câmara dizer na mesma Assembleia Municipal no dia anterior (17 de Setembro) que “não é em final de mandato” que se tomam decisões sobre as propostas que os comerciantes têm para o centro da cidade, e que só depois das eleições elas iriam ser analisadas.

O Bloco de Esquerda considera que não é em fim de mandato, e muito menos nas condições atrás referidas, que se decide sobre o futuro de uma zona tão importante para a freguesia de Cacilhas, o concelho de Almada e a região, e para as pessoas que dela possam vir a usufruir, como é o caso da zona abrangida pelo Plano de Urbanização de Almada Nascente e, por isso mesmo, absteve-se na respectiva votação e dessa decisão, assim como dos fundamentos que a suportam, não podia deixar de aqui vir dar notícia.

Cacilhas, 22 de Setembro de 2009

A Representante do Bloco de Esquerda,
Maria Ermelinda Toscano

Moção: Repúdio pela extinção do Arsenal do Alfeite

No dia 31 de Agosto de 2009, o Arsenal do Alfeite foi extinto, pondo-se fim a um estaleiro que completou, recentemente, 70 anos de existência no Concelho de Almada.

Com esta atitude, o governo do Partido Socialista colocou em mobilidade interna (dispersos por diversos organismos do Ministério da Defesa) 400 trabalhadores e enviou para a “mobilidade especial” outros 200, ficando na empresa Arsenal do Alfeite SA, cerca de 600.

Durante anos fomos ouvindo declarações das sucessivas Administrações do Arsenal do Alfeite acerca da urgência em admitir mais trabalhadores para dar resposta às reais necessidades do estaleiro no plano da manutenção e no da construção.

Todavia, o discurso de hoje é: “O que queremos aqui, é valorizar o ‘cluster’ das indústrias navais através de uma unidade que tem uma reputação bem conhecida e que pode ser uma grande mais-valia deste ‘cluster’ que é o Arsenal do Alfeite”.

Ora, no mero plano da estratégia de gestão de recursos humanos, não podemos deixar de estranhar que esta valorização tivesse passado, no presente, pela redução de efectivos (cerca de metade do total de postos de trabalho: seis centenas), com a agravante de se tratar de mão-de-obra qualificada e experiente.

Mesmo no campo puramente económico, consideramos que os fundamentos apresentados pelo Partido Socialista para sustentar a extinção do Arsenal do Alfeite, são, no mínimo, frágeis e trazem, no curto, médio e longo prazo, graves consequências para a economia do país e do concelho de Almada, pelo que este será um feito de que o Partido Socialista nunca se poderá vir a orgulhar.

Face ao exposto,

A Assembleia de Freguesia de Cacilhas, reunida no dia 22 de Setembro de 2009, delibera:

1) Expressar o seu repúdio por aquelas medidas lesivas dos direitos dos trabalhadores e das suas famílias, e altamente penalizadora para o concelho de Almada.

2) Expressar a sua solidariedade para com a luta dos trabalhadores, que continua sempre, pela sua dignidade e por um mundo mais justo na defesa da Liberdade e da Democracia.

Cacilhas, 22 de Setembro de 2009

A Representante do Bloco de Esquerda,
Maria Ermelinda Toscano
VOTAÇÃO: Aprovada por maioria com os votos a favor do BE, CDU e PSD e os votos contra do PS.

Reuniões da Assembleia de Freguesia no mandato 2005-2009

quarta-feira, setembro 16, 2009

Está na hora...

... de juntar forças!
Para a ponta final da campanha.


Camaradas e amig@s,

O Bloco e o seu programa estão no centro da luta política.

Não há quem não sinta a crescente simpatia pelas nossas posições e, segundo as sondagens, estamos perto de conseguir eleger um terceiro deputado por Setúbal, o Jorge Costa.

Apelamos a que te juntes à mobilização destes últimos dias. Segue aqui uma lista das próximas iniciativas no distrito de Setúbal, para a qual contamos contigo.

Podes participar nestas ou noutras actividades (colagens, por exemplo)?

Dá-nos conta da tua disponibilidade através do e-mail setubal.bloco@gmail.com ou do telefone: 968967002.

Contamos contigo.


AGENDA DE CAMPANHA

Quarta-feira, 16 de Setembro

14h30 – distribuição na Autoeuropa com Fernando Rosas, Mariana Aiveca.
17h30 – arruada pelo Barreiro Velho e Conferência de Imprensa sobre reabilitação urbana, com Mariana Aiveca e Mário Durval. Encontro na estátua Alfredo da Silva, junto ao mercado 1º de Maio.
17h30 – arruada em Corroios, com Fernando Rosas, encontro junto ao túnel da Junta de Freguesia.

Quinta-feira, 17 de Setembro

07h30 – jornada de distribuição (Barcos de Cacilhas, com Mariana Aiveca; Estação do Fogueteiro, com Fernando Rosas; Montijo, com Jorge Costa).
15h00 – visita à lota de Sines, com Fernando Rosas.
16h00 – reunião com a Associação dos Armadores da Pesca do Cerco do Sudoeste Alentejano nas instalações da Docapesca de Sines, com Fernando Rosas.
17h30 – Conferência de imprensa na cafetaria do Centro de Artes de Sines sobre ambiente e saúde pública na zona industrial de Sines, com Fernando Rosas e candidatos autárquicos.
17h – Concerto móvel contra as Empresas de trabalho temporário, Setúbal, Praça do Bocage, com Mariana Aiveca e Jorge Costa. Música de Pedro e Diana.
21h30 – Sessão Pública na Biblioteca Municipal de Santo André, com Fernando Rosas e João Pereira da Silva.
Sexta-feira, 18 de Setembro

8h30 – visita aos centros de saúde de Corroios e Amora, com Fernando Rosas, Mariana Aiveca e Jorge Costa.
10h00 – visita ao centro de saúde da Costa da Caparica, com Fernando Rosas, Mariana Aiveca e Jorge Costa.
17h00 – arruada em Alhos Vedros e no Lavradio.
23h00 – arruada nos bares do Barreiro, com Jorge Costa.


Sábado, 19 de Setembro

10h00 – distribuição no Vale da Amoreira, com Fernando Rosas.
10h00 – distribuição na Quinta do Conde.
13h45 – passeio de barco no Estuário do Tejo: apresentação dos candidatos do Bloco à autarquia de Alcochete, com Mariana Aiveca. local da partida: Cais de Alcochete.
21h30 – Comício no Largo da Trafaria, com Fernando Rosas, Mariana Aiveca, Helena Oliveira e Helena Nunes. Música de Carlos Silveira.
22hoo – arruada com Francisco Louçã nas Festas da Moita. Encontro no pavilhão do Bloco.
Domingo, 20 de Setembro

10h00 – distribuição no Mercado de Coina.
15h00 – arruada na Feira de Alvalade, em Santiago do Cacém. Encontro nas bombas de gasolina da CIPOL que se situam à entrada da vila de Alvalade (EN do Algarve - Mimosa - Alvalade).
Segunda, 21 de Setembro

Distribuições em escolas do Seixal e Almada.

Terça, 22 de Setembro
Distribuições em escolas de Setúbal e Barreiro.

terça-feira, setembro 15, 2009

domingo, setembro 13, 2009

Comício - Festa junta 2.500 pessoas

Duas mil e quinhentas pessoas estiveram, hoje, no Almoço - Comício - Festa do Bloco de Esquerda que decorreu na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico no Parque das Nações, para assinalar o início da campanha para as Legislativas.
A sala que há uns dias atrás foi grande para o PS, acabou sendo pequena demais para o BE. Tanta foi a afluência de gente que o almoço sentado acabou por ser volante para metade dos bloquistas e simpatizantes que ali foram para ouvir Ana Drago, Luís Fazenda e Francisco Louçã.
Depois dos discursos, o almoço decorreu ao som da música dos Tora Bora Big Band.

Está na hora... está na hora, da luta toda!

Estamos prontos! para assumir todas as responsabilidades que os eleitores nos confiram...

Duas palavras de ordem mais ouvidas, sobretudo: estamos prontos!


Agenda BE - Almada: 14 a 19 de Setembro


2.ª Feira

Colagem de jornais de parede nas freguesias


3.ª Feira

Comício em Setúbal, com o Francisco Louçã


4.ª Feira

Reunião da "Comissão Eleitoral" de Almada

21h, sede de Almada


5.ª e 6.ª Feira

Reunão Ordinária da Assembleia Municipal de Almada



Sábado

Comício na Trafaria


Intervenções:

Fernando Rosas

Jorge Costa

Helena Oliveira

Helena Nunes


Animação musical:

Carlos Silveira

(música portuguesa)


Mais informações em:

Helena Oliveira: entrevista ao Setúbal na Rede

Helena Oliveira: entrevista ao Esquerda NET

Luís Filipe: entrevista ao Esquerda NET

sexta-feira, setembro 11, 2009

Dia 13: almoço e comício/festa no Pavilhão Atlântico

Comício na SFIA - foto reportagem

Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense - 8 de Setembro de 2009


quarta-feira, setembro 09, 2009

Hoje, estamos de luto!

Ontem, pelas 22h, aconteceu uma tragédia.
Faleceu a nossa companheira e camarada Paula Tavares, filha do António Tavares (o cabeça de lista à Assembleia de Freguesia do Pragal) e da Manuela Tavares (a nossa mandatária autárquica), em consequência de um acidente de automóvel em Évora.
A Paulinha tinha 37 anos e deixa entre nós um enorme vazio.

Imagem: retirada DAQUI.

domingo, setembro 06, 2009

Ambiente e política socialista

Jornal do Bloco de Esquerda, edição de Setembro, distribuição gratuita.

sábado, setembro 05, 2009

Salvar o Serviço Nacional de Saúde: uma prioridade do BE.

Jornal do Bloco de Esquerda, edição de Setembro, distribuição gratuita

quinta-feira, setembro 03, 2009

Setúbal, um distrito à deriva


Jornal do Bloco de Esquerda, edição de Setembro, distribuição gratuita.