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quinta-feira, novembro 05, 2009

Instalação dos órgãos da Freguesia de Cacilhas para 2009-2013


Da esquerda para a direita: Paulo Mota (CDU), 1.º Secretário da Mesa da Assembleia de Freguesia; Carlos Leal (CDU), Presidente da Junta de Freguesia; Miguel Salvado (PSD), Presidente da Assembleia de Freguesia; Margarida Ferreira (CDU), 2.ª Secretária da Mesa da Assembleia de Freguesia.

Hoje, dia 5 de Novembro, no Auditório da Escola Secundária Cacilhas - Tejo, realizou-se a cerimónia da tomada de posse dos novos órgãos da Freguesia de Cacilhas. Faltou a eleita do PS Inês Alexandre, que justficou a falta.
A presidência da Junta coube, de imediato, ao cidadão que encabeçou a lista mais votada: Carlos Leal, da CDU.
De seguida, a Assembleia de Freguesia reuniu tendo como ordem de trabalhos:
1) Eleição, por voto secreto, dos vogais da Junta de Freguesia;
2) Eleição, por voto secreto, da Mesa da Assembleia de Freguesia.
Em ambos os casos apenas a CDU apresentou listas tendo os órgãos da Freguesia ficado assim constituídos:


Executivo (na foto acima, indicados da esquerda para a direita):
Amilcar Almeida (CDU);
Teresa Heitor (PSD);
Elsa Dias (CDU);
Rui Perdigão (CDU).
Resultado da votação: 10 votos a favor; 1 voto contra e 1 abstenção. Aprovado por maioria.

Deliberativo:
José Felizardo (CDU);
Júlia Leonardo (CDU);
Reinaldo Marujo (CDU);
Paulo Mota (CDU);
Margarida Ferreira (CDU);
Manuel Batista (PS);
Inês Alexandre (PS);
Alberto Oliveira (PS);
Silvina Santos (PS);
Miguel Salvado (PSD);
António Cartaxo (PSD);
Tiago Barbosa (PSD);
Ermelinda Toscano (BE).

Para a Mesa foram propostos:
Presidente - Miguel Salvado (PSD);
1.º Secretário - Paulo Mota (CDU);
2.ª Secretária - Margarida Ferreira (CDU).
Resultado da votação: 8 votos a favor; 2 votos contra e 2 abstenções. Aprovada por maioria.

Ou seja, em Cacilhas tudo se mantém na mesma pelo terceiro mandato consecutivo... mais uma vez os eleitores foram ludibriados: votaram na CDU para a Junta de Freguesia e aparece-lhes uma coligação (parceria, acordo, entendimento, chamem-lhe o que quiserem) entre a CDU e o PSD, sem que nenhum dos partidos os tivessem avisado durante a campanha.
Mas mais estranho ainda é a votação que o executivo obteve. Apesar de o voto ser secreto, vou desvendar-vos o meu: votei contra, como não podia deixar de ser. Porquê? Porque esse "casamento" não foi a votos. Aliás, sendo esta uma intenção que já vinha de antes das eleições (o exemplo dos dois mandatos anteriores assim o fazia supor), foi deliberadamente escondida durante a campanha. Esquerda e direita coligados? parece-me uma coisa estranha (isto para ser branda no qualificativo) e, como tal, só podiam ter a minha firme oposição.
Agora não entendo o voto do PS, que só pode ter sido favorável (ou, eventualmente, dois a favor e uma abstenção)... logo o PS que foi o segundo partido mais votado e, no meu entender, deveriam ser eles, se a democracia plural funcionasse em Cacilhas, a integrar o executivo e/ou a presidir à Assembleia de Freguesia. Lá terão as suas razões... perderão, todavia, na minha opinião, toda a legitimidade para criticar, politicamente, este executivo... pois se até lhes deram o seu apoio...

sábado, outubro 17, 2009

Estamos prontos!

Nas eleições autárquicas do passado domingo, o Bloco de Esquerda reforçou a sua posição nos órgãos autárquicos em Almada, e isso ficou a dever-se ao voto de confiança que os almadenses, repartidos pelas onze freguesias do nosso concelho, quiseram dar-nos.

O Bloco de Esquerda lutou e alcançou uma representação na vereação (7,81%), e a consolidação da nossa votação na Assembleia Municipal (9,96%) e nas Assembleias de Freguesia (9,19%).

Queremos de uma forma reconhecida agradecer a todas e a todos os almadenses que nos deram a sua confiança no passado dia 11 de Outubro.

Consideramos que estamos em melhores condições de contribuir para aumentar a democracia e a participação de todos e todas nas decisões que a todos dizem respeito.

A nível nacional, com toda a humildade reconhecemos que o Bloco de Esquerda, ao não eleger vereadores para as Câmaras de Lisboa e Porto, ficou aquém dos objectivos traçados para estas eleições. A fortíssima bipolarização e o voto útil são as principais razões destes resultados. Apesar disso, a votação no Bloco aumentou (cresceu 8% comparativamente a 2005), reforçando a nossa representação nas Câmaras (mais dois vereadores) e Assembleias Municipais (mais 25 deputados municipais).

No distrito de Setúbal, o Bloco de Esquerda elegeu 3 vereadores, na Moita (onde já tinha um vereador), Seixal e Almada. Num total de 18 mandatos, o BE está presente nas Assembleias Municipais de 11 dos 13 Concelhos do distrito, tendo eleito pela primeira vez em Alcácer do Sal e Sines. O BE continua representado em todas as assembleias de freguesia onde já tinha autarcas eleitos (com excepção de duas) num total de 37 mandatos, tendo eleito pela primeira vez em Fernão Ferro, Ermidas-Sado, Santiago do Cacém e Comporta.

Reconhecemos que muito temos que aprender com o trabalho autárquico e fazer dele também um pólo aglutinador de vontades. Temos pela frente um trabalho em que devemos persistir, insistindo em promover o debate democrático e livre, cada vez mais abrangente junto das populações.

Incentivar a participação cidadã, a reivindicação quotidiana de uma qualidade de vida mais digna onde os direitos à habitação, à requalificação urbana, à defesa do ambiente contra a especulação imobiliária, combatendo o desemprego e as desigualdades sociais, promovendo a integração plena de todos e todas que escolherem o nosso país e as nossas terras para viverem, são algumas das prioridades do Bloco no trabalho autárquico dos próximos quatro anos.

Em Almada, partimos para estas eleições com dois objectivos. O primeiro era contribuir para acabar com a maioria absoluta na gestão autárquica. O segundo era eleger para a Vereação e reforçar a votação na Assembleia Municipal e nas Assembleias de Freguesia.

Consideramos que todas as maiorias absolutas são em si mesmas formas de poder arrogantes, prepotentes e castradoras de amplas participações, logo promotoras de défice de liberdade e democracia.

O exemplo recente do comportamento do governo Sócrates é bem o exemplo desta constatação. Foi por ter governado com maioria absoluta que destruiu a Segurança Social, impôs leis do trabalho apenas elogiadas pelos patrões e pela direita, agravou o desemprego, a precariedade e a pobreza, aumentou a idade da reforma e cortou o acesso ao subsídio de desemprego de milhares de jovens e desempregados de longa duração no nosso distrito.

Em Almada, assistimos à extinção do Arsenal do Alfeite, decretada pelo Governo PS, e dos 1200 trabalhadores qualificados que nele trabalhavam, 400 foram integrados noutros organismos do Estado, e 200 foram para a mobilidade especial. Os 600 trabalhadores que foram para a nova empresa perderam direitos e regalias, conquistadas há muitos anos.

No nosso concelho, a maioria absoluta da CDU no poder autárquico, podia e devia ter investido mais nas funções sociais, na educação, na habitação social e na reabilitação urbana, na participação das pessoas nas decisões para o concelho, na valorização e reconhecimento dos direitos dos trabalhadores da autarquia. Ao invés, foram-se acentuando desequilíbrios e exibindo obra em betão, à medida que foram crescendo os sacrifícios injustificados dos almadenses e as injustiças nos direitos laborais dos trabalhadores da autarquia.

Com os resultados alcançados pelo Bloco de Esquerda em Almada, sabemos que a nossa responsabilidade aumentou e que vamos enfrentar dificuldades, mas quem votou no Bloco e contribuiu para estes resultados pode estar certo que o seu voto não foi em vão, e que a confiança que em nós depositou permitirá a mudança na governação do nosso concelho.

Os Almadenses encontrarão no Bloco uma força que não se conforma com o défice de participação cidadã, as desigualdades sociais, a falta de habitação digna desse nome, as injustiças laborais, e tantas outras.

Conhecemos o nosso Concelho e estamos convictos que só com a participação e entusiasmo de muitos é possível ir mais além e encontrar as soluções necessárias. Ao contrário de outros, não descansaremos enquanto não estiverem resolvidos os muitos problemas que existem em Almada.

E por isso aqui vos afirmamos: para honrar os compromissos constantes do programa eleitoral com que nos apresentámos aos almadenses, ESTAMOS PRONTOS!
Artigo de opinião publicado no Jornal Notícias de Almada, de 16-10-2009


Helena Oliveira,
(membro da Coordenadora Concelhia do BE e vereadora eleita da CMA)

segunda-feira, outubro 12, 2009

Autárquicas 2009: resultados eleitorais na freguesia



Dado o adiantado da hora, e sendo amanhã dia de trabalho, fico-me apenas pela apresentação do quadro com os dados absolutos, com informação comparativa das eleições anteriores (2001 e 2005).

sexta-feira, outubro 09, 2009

Caravana pelo concelho

Terminada a distribuição de popaganda na Cova da Piedade, fomos percorrer o concelho em caravana até à hora do jantar de encerramento (do qual, lamentavelmente, não temos fotografias por a nossa "reporter fotográfica" não ter podido estar presente).
Como eram já quase 18h quando partimos, fez-se noite rapidamente e só registámos imagens da passagem pelas freguesias de Cacilhas, Almada, Cova da Piedade, Laranjeiro, Feijó, Sobreda e Charneca. Na Costa de Caparica, Trafaria, Caparica e Pragal, não foi possível por já ser de noite e as fotografias não ficarem nítidas, pois eram tiradas de dentro de um veículo em andamento e não havia luz suficiente nem havia estabilidade para o efeito.

O dia de hoje foi dedicado à Cova da Piedade

A nossa acção de rua começou logo de manhã na Cova da Piedade... distribuição de propaganda nas caixas de correio e contactos com a população.
Depois do almoço, no Clube Piedense, partimos para outra jornada que foi, parte dela, acompanhada, pela quarta vez, por um jornalista, tendo a nossa candidata à CMA dado mais uma entrevista.
Finalmente, fez-se uma pequena pausa num café nos Caranguejais, até irmos à sede para preparar a caravana que irá percorrer o concelho neste fim de tarde até à hora do jantar de encerramento da campanha.

quinta-feira, outubro 08, 2009

De novo pelas ruas de Almada



E dpois do almoço lá partimos para mais uma etapa de dstribuição de propaganda, desta vez pelas ruas de Almada.

Almoço em Cacilhas

Como vem sendo hábito durante a campanha vamos almoçar a restaurantes nas diferentes freguesias. Desta feita, tendo a manhã terminado (após o debate na escola Francisco Simões, no Laranjeiro) com uma acção de rua em Cacilhas, para distribuição do resto da propaganda, escolhemos o restaurante O Lucas, na rua Comandante António Feio onde fomos muito bem recebidos quer em simpatia quer na qualidade da refeição.

Encontro de jotas...

Promovido pela turma do curso profissional de animação sócio-cultural da Escola Secundária Francisco Simões, no Laranjeiro, realizou-se hoje um debate que contou com a presença dos representantes da juventude de vários partidos políticos:
Da esquerda para a direita temos os representantes dos partidos: CDS/PP, PSD, as duas moderadoras, PS, BE (o nosso Pedro Neto) e CDU.




A primeira intervenção foi para cada um dos representantes dos partidos fazer a apresentação dos respectivos programas eleitorais para as autárquicas, com ênfase nas questões da juventude.
Depois seguiu-se o debate, tendo sido colocadas diversas questões pelos alunos ente as quais:

As associações de estudantes e a intervenção dos partidos;
Consumo de drogas na escola e o papel das autarquias;
Legalização de imigrantes e apoio local.
Foram ainda colocadas duas questões concretas sobre a escola dirigidas ao representante da CDU: razões para que a Francisco Simões nunca apareça citada nas referências públicas em agenda ou outras, da responsabilidade do município e os critérios da CMA para apoiar a construção de pavilhões gimnodesportivos pois aquele estabelecimento era, no concelho, o único que não disponha desse equipamento e nas outras escolas fora a CMA que os construira apesar desta ser uma competência da Administração Central. Porque não também na Francisco Simões?


Terminado o debate, o BE deixou alguma propaganda para ser distribuída aos jovens, assim como o fizeram os outros partidos. E à saída a nossa candidata à CMA distribuiu o "jogo da banana" que foi um êxito entre os adolescentes.

quarta-feira, outubro 07, 2009

Campanha na Charneca de Caparica

Esclarecimento: apesar da cabeça de lista à Assembleia de Freguesia, Filomena Silva ter participado, também, nesta acção de rua, a candidata não aparece em nenhuma das fotografias aqui expostas porque a mesma não autorizou a sua publicação neste blogue.



Hoje de manhã fomos até à Charneca de Caparica para estabelecer contactos com a população local e distribuir propaganda pelas caixas de correio.

Começámos por uma visita ao mercado municipal, onde falámos com os comerciantes locais e alguns clientes, e terminámos em Vale Fetal.

Entretanto o carro da sonoro andou a circular pela freguesia aproveitando-se a oportunidade para apresentar o programa do BE para a freguesia e para o concelho.

Debate: Que cidades queremos? As grandes linhas estratégicas.

Da esquerda para a direita: Túlia Marques (gerente do bar Acercadanoite), Fernando da Pena (candidato do CDS), Paulo Pedroso (candidato do PS), Friedrich Ebert (moderador), José Gonçalves (2.º membo da lista da CDU), Pedroso de Almeida (candidato do PSD) e Helena Oliveira (candidata do BE).







O debate “Que cidade queremos? As grandes linhas estratégicas” foi estruturado da seguinte forma:

1 - No início do debate, cada candidato (por ordem sorteada antes do início), teve 5 minutos para uma declaração centrada nas prioridades da sua candidatura para o Concelho.

2 - Após a primeira ronda de declarações, foi colocado pelo moderador o seguinte tema:

A cultura como elemento político estratégico para o desenvolvimento económico e social. Da coesão social à criação de centralidades, passando pela recuperação e revitalização do património arqueológico industrial, etc.


Segundo a organização, os motivos de escolha deste tema foram os seguintes:

«O facto de o debate se realizar num espaço que também é de cultura e de intervenção pela via da cultura.
A abrangência do tema, que permite considerações sobre todos os aspectos da vida do Concelho. Cada candidatura escolherá os que considerar mais pertinentes.
Por considerarmos que o Concelho de Almada tem um elevado potencial diferenciador nesta área.
Porque, gostaríamos de submeter à vossa apreciação a afirmação, segundo a qual quando está em jogo o “desenvolvimento cultural”, o termo operativo desta expressão será ‘desenvolvimento’, pelo que este “dará prioridade à construção e melhoramento da capacidade cultural dos objectivos gémeos da inclusão social e cultural e do desenvolvimento (Jim Mcguigan).
Porque gostaríamos de submeter à vossa apreciação a ideia de que a sociedade de informação e do conhecimento se desenvolve a par e passo com a valorização da criatividade como factor chave de sucesso e competitividade.
Porque consideramos importante perceber como é percepcionada a ideia de se abraçar as problemáticas inerentes à cultura como factor de desenvolvimento económico e evoluir para a discussão em torno da vitalidade cultural de uma cidade.
Porque gostaríamos de saber como é percepcionada a ideia de, no panorama actual da rede de produção e circulação dos bens culturais no contexto de uma economia da criatividade, o desafio que se coloca às cidades de pequena e média dimensão, se jogar precisamente nos pólos da conceptualização das políticas culturais.
A ideia de “cidade educadora”:“Afinal, as cidades, se, agregando as pessoas, cresceram como centros da actividade económica, não terão que redundar necessariamente em espaços de violência e de exclusão, conforme tendem a ser estigmatizadas pelas próprias realidades sociais em que frequentemente mergulham. Mas, constituindo realidades incontornáveis do nosso universo social, as cidades são também e sobretudo centros privilegiados de oportunidades.
Cidades educadoras são, assim, todas as que assumem coerente e consequentemente – através de um programa sistemático e intencionalmente dirigido de acção formadora – o imenso potencial que o seu património culturalmente construído lhes proporciona, transformando-o, deste modo, em capital educativo. O desafio é, pois, o de valorizar, a par do capital económico – e até através dele –, o próprio capital educativo.” (cit. Carta de Princípios de uma Cidade Educadora).»

3 - Nova ronda de 5 minutos para cada um dos candidatos exporem as suas ideias sobre o tema.

4 - Abertura do debate ao público: intervieram 12 pessoas.


5 - A palavra regressou à mesa para que cada um dos candidatos respondesse às questões do público (cerca de 3 minutos a cada um dos candidatos).

6 - O debate encerrou à 1h.

Por hoje fico-me por aqui pois estou com muito pouco tempo disponível. Mas se tiver oportunidade apresentarei um pequeno resumo do que por lá se passou.

A Escolha de Almada: debate na RTP-N

Veja AQUI o debate: A Escolha de Almada.




terça-feira, outubro 06, 2009

Nem a chuva impediu o nosso trabalho

Hoje o dia acordou cinzento e triste. Vento e chuva duraram toda a manhã. Por isso, reunimo-nos na sede e estivemos a preparar trabalho para a parte da tarde esperando que a intempérie se atenuasse.
Eramos doze pessoas e conseguimos preparar os folhetos das freguesias de Cacilhas, Feijó, Laranjeiro e Cova da Piedade para avançar com a distribuição depois do almoço que, desta feita, foi no restaurante "Os Farinha", na Rua da Alembrança no Feijó... um momento de convívio que serviu para descontrair e recuperar forças.
Chegados à sede, decidimos ir até Cacilhas fazer contactos de rua e distribuição de propaganda nas caixas de correio, enquanto o carro da sonora passava a nossa música de campanha e o programa para a freguesia era apresentado aos altifalantes.
Esta equipa conseguiu a proeza de despachar mais de três mil folhetos em menos de duas horas, facto digno de nota, ficando a freguesia de Cacilhas quase toda coberta. De salientar as conversas com alguns moradores e comerciantes que nos apresentaram vários problemas da freguesia. O excesso de ruído do MST e a necessidade de requalificação urbana foi dois dos problemas mais abordados. Mas a segurança rodoviária, a limpeza das ruas e a dinamização do comércio local mereceram, também, algumas queixas e sugestões.
Regressados ao ponto de partida, continuámos a preparação de mais folhetos e estivemos a agendar o dia de amanhã tendo sido combinado encontro às 9h na sede.
E logo à noite vamos estar na sede para assitir ao debate na RTP-N de onde seguiremos para o bar "acercadanoite" para assistir à continuação da conversa entre os candidatos ao cargo de presidente da CMA.

Visita à Cova do Vapor... com a RTP a acompanhar




Depois de almoço, mais precisamente a meio da tarde, nem a chuva nos demoveu e lá fomos, em caravana, fazer campanha para a Cova do Vapor, acompanhados pela RTP... a recepção à nossa comitiva foi excepcional porque, dizem os moradores, somos o único partido que os vai ouvir.

segunda-feira, outubro 05, 2009

3.ª feira - Debate no bar "acercadanoite": Que cidade queremos?

Campanha em Almada - as pessoas no centro da nossa atenção!





O título de hoje diz tudo. Mais um dia de campanha de rua, privilegiando o contacto directo com as pessoas.

domingo, outubro 04, 2009

Arruda na Costa de Caparica com Francisco Louçã






Palavras para quê? As imagens são bem elucidativas da recepção da população... apesar de, em simultâneo, estarem a decorrer, no mesmo local onde foi o nosso ponto de encontro (em frente ao Centro Comercial "Os pescadores"), duas outras campanhas (do PS e do PSD).