Mostrar mensagens com a etiqueta Debates. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Debates. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, maio 26, 2010

Requalificação da Rua Cândido dos Reis - mini reportagem da sessão

Ontem, na Casa Municipal da Juventude, aconteceu mais um dos ditos "Fóruns de Participação" da CMA, desta feita feita sobre o projecto de requalificação da Rua Cândido dos Reis, em Cacilhas, como aqui anunciei.
A receber os participantes tivemos logo uma amostra da qualidade do serviço de recolha de lixo da autarquia e a demonstração da falta de civismo dos moradores, um belo cartão de visita (com perfume e tudo), como podem verificar.
A Mesa da sessão era composta por (da esquerda para a direita): Jorge Aleixo (Chefe de Divisão de Trânsito e Segurança Rodoviária da CMA); Cesário Fonseca (Chefe da Divisão de Obras Municipais da CMA); Carlos Leal (Presidente da Junta de Freguesia de Cacilhas); Amélia Pardal (Vereadora do Urbanismo da CMA e a quem coube moderar a sessão); Maria Emília de Sousa (Presidente da CMA); António Janeiro (Chefe da Divisão de Qualificação Urbana da CMA); Fernanda Marques (Directora do Projecto de Parcerias para o Desenvolvimento Local); António Olaio (Arquitecto responsável pelo Projecto de reqaulificação da Rua Cândido dos Reis) e Maria José brito (Chefe da Divisão de Projectos).
Fernanda Marques fez o enquadramento global do projecto de requalificação da Rua Cândido dos Reis numa área mais vasta que engloba, também: o tratamento do passeio ribeirinho do Ginjal até à Boca do Vento, a consolidação da escarpa e a reabilitação do Museu Naval. Salientou a importância de Cacilhas como porta de entrada no concelho e informou que este projecto tinha três pilares fundamentais: o património edificado, a paisagem e a memória das suas gentes. Mais disse, ainda, que haviam sido estabelecidas diversas parcerias para animação da rua, nomeadamente com: Associação "O Mundo do Espectáculo", PIAJIO (Artes de Rua) e o Teatro Extremo.
O arquitecto António Olaio apresentou o projecto de sua autoria: a pedonalização da Rua Cândido dos Reis (e apenas isso, já que não irão intervir ao nível do edificado), cujo remate visual é o Farol. O pavimento será em calçada portuguesa, com desenho simples, a imitar as ondas do mar, para não interverir com os outros elementos decorativos. No centro haverá uma "passadeira" longitudinal em lagedo diferente para permitir um andamento mais confortável.
Em frente à Igreja o piso será diferente para assinalar o respectivo adro e termina no Largo Alfredo Dinis com um ondulado diferente, mais revolto, com desenhos de barcos típicos do Tejo e golfinhos. 
Jorge Aleixo abordou as questões da mobilidade após a pedonalização e das alternativas à actual oferta de estacionamento. Falou que iriam ser suprimidos 70 lugares legais e que a opção seria a utilização do Parque da Misericórdia e/ou do Parque do Morro, embora neste caso estivessem, ainda, a estudar hipóteses de melhorar os acessos. Esclareceu, também, que apesar de a rua ser pedonal, seria asseguada a passagem de veículos prioritários e de cargas e descargas (que estavam a ser estudadas). Além disso, o Flexibus seria o único veículo autorizado a circular naquela rua.
 
Cesário Fonseca esclareceu alguns pormenores quanto à obra em si a qual iria ascender a cerca de meio milhão de euros. Os trabalhos deveriam ter início em Janeiro de 2011 e o prazo de execução estava previsto para ser oito meses. Todas as infraestruturas vão ser substituídas. Mais disse que iriam tentar minimizar os efeitos de perturbação na vida das pessoas e do comércio local.
Finalmente a senhora Presidente fez um discurso, como é seu hábito, salientando as maravilhas do projecto e o grande trabalho da CMA. Esqueceu-se, todavia, de referir que um projecto designado de "requalificação" e que apenas diz respeito à pedonalização da rua é muito pobre, mesmo que se pense em algumas acções de animação pontual - uma rua com um piso novo e edifícos decrépitos e até em ruínas é tudo menos atractiva. Na minha opinião, requalificação deveria incluir uma proposta integrada de recuperação do edificado. Além disso, é imperdoável que um projecto destes apenas esteja a contar com as esplandas da restauração para oferta de lugares de descanso (não me apercebi de um único banco para descanso dos passeantes, que se pretende sejam muitos). Mas, pior ainda, é apresentarem o projecto sem alternativas já estudadas, e com perspectivas de implementação, para a questão do estacionamento (refiro-me, obviamente, aos acessos pedonais ao Parque do Morro e a soluções para a falta de segurança deste espaço no período nocturno), fazendo temer que a seguir às obras ainda venhamos a estar muito tempo a aguardar que o problema se resolva contribuindo, dessa forma irresponsável, para a desertificação do local e consequentes reflexos, muito negativos, no comércio local. Ou seja, a falta de uma visão estratégica ao nível do planeamento leva à apresentação de soluções supostamente integradas mas que não passam de remendos que não resolvem os problemas actuais e até contribuem para criar novos caos urbanos.
No debate intervieram cerca de uma dezenas de pessoas que mostraram as suas preocupações colocando diversas questões, algumas das quais bastante pertinentes e que mostraram as fragilidades deste proejcto: desde a salvaguarda do património arqueológico, à existência de espaços de lazer para as crianças, à colocação de árvores e de ecopontos, até à "pegada ecológica" do projecto, ao problema do estacionamento (a falta de acessos ao Parque do Morro) e à passagem do Flexibus, muitas foram as perguntas colocadas aos técnicos da autarquia.
A discussão azedou com a intervenção de um comeciante (da loja de pneus no final da Rua Cândido dos Reis) que irá ficar bastante lesado no seu negócio em virtude da pedonalização da rua já que os acessos à sua oficina ficarão bastante dificultados e nem sequer está autorizado a colocar placas de sinalização para indicar a localização do seu estabelecimento. A vereadora exaltou-se e, no final, supostamente quando o debate já tinha terminado,  a discussão entre ambos recomeçou, com acusações mútuas. Não foi um espectáculo nada bonito de se ver...
(mas, apesar de estar bastante nervoso e ter-se excedido, pelo que me apercebi o referido comerciante até terá razão no seu protesto na medida em que a autarquia lhe licenciou o estabelecimento quando já se pensava na pedonalização sendo previsível o que iria acontecer ao seu negócio. M.ª Emília afirmou que a autarquia, mesmo não sendo obrigada legalmente a fazê-lo, até lhe comprara um terreno no Feijó, por uma questão moral, para ele lá se instalar, em direito de superfície. Mas o comerciante alegou que aquele era um sítio sem condições para o efeito e que a deslocalização da empresa traria custos acrescidos que não estavam a ser contabilizados).

domingo, abril 18, 2010

"Violência Doméstica" em debate

Foi uma sessão de várias horas. Mas a qualidade dos oradores prendeu a assistência do início ao fim.
Depois de o Secretário da Junta de Freguesia de Cacilhas (entidade que organizou o evento) ter aberto os trabalhos, de a Directora da Escola anfitriã, Margarida Fonseca, ter dado as boas-vindas e de a Vereadora da Câmara Municipal de Almada, Amélia Pardal, ter feito a sua intervenção, seguiram-se as participações das seguintes entidades:
Movimento Democrático de Mulheres;
União de Mulheres Alternativa e Resposta;
Ordem dos Advogados;
Polícia de Segurança Pública;
Hospital Garcia de Orta;
Tribunal de Almada;
Ministério Público;
Grupo de alunos da Escola Fernão Mendes Pinto.
Foi, de facto, uma sessão esclarecedora. Onde se falou deste flagelo social, das suas causas, do apoio às vítimas, de soluções possíveis. Por entre os números que chocaram a todos, apresentados pelo Procurador Adjunto do Ministério Público, ficámos sabendo como o fenómeno está a avançar no nosso concelho - de salientar que Cacilhas é a freguesia com menor taxa de processos entrados no Tribunal.
E tal como um dos oradores disse (o representante da Direcção do HGO), se "vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar", tal como dizia Sophia de Mello Breyner.
Esta é, pois, uma luta que é de todos nós. Denunciar é um dever. Calar é consentir. Não podemos pactuar.
Parabéns à organização. E, também, ao grupo de alunas do 12.º ano da Escola Secundária Fernão Mendes Pinto (do Pragal) pelo  seu projecto, "Socorro". 

sábado, maio 23, 2009

A Cidade Inclusiva

Mesa da sessão realizada no dia 20 de Maio (da esquerda para a direita): Manuel Barão (moderador), Manuela Tavares (UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta), Pedro Soares (Coordenador Autárquico Nacional do Bloco de Esquerda), Vitalina e Godelieve (Associação Moinho da Juventude).



Lamentavelmente só consegui chegar mesmo no fim da sessão, em virtude de a reunião para constituição das mesas de voto se ter prolongado mais do que o esperado (das 18H às 23H). Dado o informalismo do debate, alguns elementos da Mesa tinham ido sentar-se no público, de onde responderam às perguntas dos presentes... mas, a pedido meu, encerrados os trabalhos (23:45H), sentaram-se todos e lá saiu a fotografia de conjunto.
Fiquei muito desgostosa por não ter tido conseguido ouvir as diversas intervenções dos convidados. Consegui, felizmente, o discurso da Manuela Tavares, mas já quanto ao Pedro Soares (que orientou a conversa a partir das Cidades Invisíveis, de Italo Calvino) e às duas representantes do Moinho da Juventude, que falaram de improviso... paciência. Hei-de ter outra oportunidade.
Obrigada a todos, convidados e público. Segundo me disseram alguns dos que assistiram desde início ao fórum, esta foi uma iniciativa muito bem conseguida. Parabéns à organização.

quinta-feira, maio 14, 2009

A Cidade Inclusiva

ESTÃO TODOS CONVIDADOS.
APAREÇAM

sexta-feira, abril 24, 2009

Saúde: um direito ou um negócio?

Mesa da sessão (da esquerda para a direita): Dr.ª Carla Carneiro (PSD), Dr. Fernando Pena (CDS/PP), Dr. Paulo Pedro (PS), Dr. Joaquim Judas (MUSP - Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos), Isabel Mota (moderadora - vogal da Junta de Freguesia de Cacilhas), Dr.ª Heloísa Apolónia (PEV) e Dr. João Semedo (BE).
Aspecto geral da sala que, 10 minutos depois, ainda estava muito mais cheia.



Na minha óptica, este foi um excelente debate. Apreciei, sobretudo, as intervenções do Paulo Pedroso, do João Semedo e de Joaquim Judas.
Paulo Pedroso, que pecou pelo cunho demasiado eleitoralista da sua intervenção (é, como sabem, o candidato do PS à Câmara Municipal), não deixou de colocar muitas e sérias questões sobre o papel das autarquias na resolução do problema da saúde, assim como o fazem na educação e no desporto, mesmo que não tenham competências específicas nessas áreas. Gostei, sinceramente, de o ouvir.
Mas, obviamente, João Semedo foi, para mim, aquele que melhor abordou o tema em análise (direito? versus negócio? nos serviços de saúde) até porque esclareceu logo à partida que o seu interesse na matéria estava para lá de quaisquer questões de política local.
E o médico Joaquim Judas trouxe-nos uma visão do quotidiano. Dos assuntos de proximidade.
Depois do debate, onde participaram bastantes elementos do público, todos ficámos cientes de uma coisa: que o Serviço Nacional de Saúde deve ser público e prestar cuidados de proximidade, o resto foram pomenores.
E, já agora, não posso deixar de dizer do que não gostei: da ênfase que o executivo da Junta de Freguesia (primeiro através da moderadora da sessão, depois pela intervenção do Presidente da Junta) colocou na importância de quem aprovara e quem se abstivera na votação de uma moção (sobre a saúde e a construção de uma unidade de raiz em Cacilhas) apresentada no dia anterior na Assembleia de Freguesia... ao ponto de citar, nominalmente, os partidos e a respectiva orientação de voto, uma informação completamente a despropósito.
E não é que eu tenha qualquer problema em dizer como votei pois até já tinha colocado on-line o resumo da AF e referia esse mesmo facto. Agora achei aquela informação desnecessária.
Ainda pensei pedir a palavra para esclarecer esse pormenor, mas era desviar o assunto do debate e entrar no jogo da CDU. Achei que não valia a pena.
Assim como a exaltação do Presidente da Junta e a necessidade que teve de intervir para contrapor argumentos (que acabaram por funcionar a favor e não contra, como ele pensou) ao discurso de Paulo Pedroso quando ele afirmou que as autarquais bem poderiam participar mais nestas questões: se fosse prioritário construir um centro de saúde em Cacilhas, nada impedia que a CMA o fizesse e, depois, fosse pedir contas ao Governo.
Ao darem o exemplo das escolas e dos pavilhões gimno desportivos que a CMA já construiu, que também são uma competência da Administração Central, a CDU acabou por demonstrar à assistência que Paulo Pedroso, afinal, até tinha razão. E não tenho qualquer problema em dizê-lo aqui, publicamente. Há que saber separar as águas... se é que me entendem.
Tal como foi de muito mau tom a forma como o anfitrião da sessão (o Presidente da Junta de Freguesia) acabou por tratar um dos convidados (Paulo Pedroso, no caso) ao dizer que ia intervir para desmentir o que o orador acabara de dizer. Pode ser um incidente que nem o chega a ser pela sua insignificância, mas não deixei de tomar nota do ar de "superioridade moral" com que a abordagem foi feita para, contudo, acabar por se ter virado o feitiço contra o feiticeiro. E para bom entendedor, meia palavra basta.

Juntar Forças... para requalificar a Trafaria

Mesa (da esquerda para a direita): José Pedro Lima (arquitecto), Henrique Pires (moderador), Alda Macedo (deputada do BE), Rita Grácio (engenheira agrónoma) e Joaquim Piló (presidente do Sindicato Livre dos Pescadores).




Embora não muito participada em termos de público (a nossa população não tem, de facto, hábitos de intervenção cidadã), esta sessão, organizada pelo Bloco de Esquerda e que decorreu no passado dia 21 do corrente mês nas instalações do Recreios Desportivos da Trafaria, contou na assistência com a presença da Presidente da Junta de Freguesia e com um vogal do executivo que intervieram na fase do debate, o que considero bastante importante.
O discurso dos oradores centrou-se, nomeadamente, nas questões:
1) da poluição do Rio Tejo e das consequências ao nível dos recursos piscícolas e na actividade da pesca - Joaquim Piló;
2) das valências da Trafaria, sobretudo no que se refere às potencialidades em termos turísticos devido à existência de um conjunto de património importante (paisagístico e até edificado - fortes, por exemplo) - Rita Grácio;
3) do planeamento urbano e da exagerada burocratização do processo, da degradação patrimonial e da sua recuperação, sem esquecer a problemática da habitação social e da participação da população - José Pedro Lima;
4) da memória colectiva, da história e do contributo na construção de uma identidade comum, da valorização do património e da apropriação dos valores no processo de partilha, da coesão social e territorial, da forma participada de viver a democracia e na necessidade de as pessoas serem cada vez mais exigentes com os seus autarcas.
Foi também abordado o problema da gestão da frente ribeirinha e da interferência jurisdicional de várias entidades que se sobrepõem em termos de atribuições e competências, nomeadamente a "superintendência" da APL (Administração do Porto de Lisboa), mas igualmente do abandono a que o poder local democrático tem votado esta área.
A Presidente da Junta referiu o problema da baixa auto-estima da população da Trafaria, consequência do menosprezo a que foi votada nestes últimos 35 anos, e naquele que lhe parecia ser o lema/exigência actual: mais do que participação, a população da Trafaria quer é acção.
E a deputada do BE encerrou a sessão com um desafio: "estamos todos convocados para a mudança". Assim seja! Pelo menos os autarcas do Bloco de Esquerda tudo farão nesse sentido.

domingo, abril 19, 2009

Saúde: um direito ou um negócio?


Na próxima 5.ª feira, dia 23 de Abril, pelas 21:00H, no auditório da Escola Secundária Cacilhas - Tejo, a Junta de Freguesia de Cacilhas vai realizar um debate que conta com a participação, já confirmada, de:
Bruno Dias, deputado do PCP;
João Semedo, deputado do BE;
Heloísa Apolónia, deputada do PEV;
Fernando Pena, deputado do CDS/PP;
Joaquim Judas, do MUSP - Movimento de Utentes dos Serviços Públicos.
Este é um tema que interessa a todos. Não faltes. Participa, apresenta a tua opinião. Coloca dúvidas. Enfim, vem reflectir connosco...

domingo, setembro 21, 2008

Turismo, Comércio e Cultura

Estas foram as questões que eu coloquei aos oradores do debate anunciado no post anterior, e que decorreu na sexta-feira passada no Auditório da Escola Cacilhas -Tejo, subordinado ao tema em epígrafe.


Primeira:


Na edição de hoje do jornal Notícias de Almada fala-se numa parceria entre a CMA e a Secção de Almada da Associação do Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal para implementar um programa de animação do centro da cidade destinado, segundo o jornalista, a «assinalar a entrada em funcionamento da última fase do Metro Sul do Tejo prevista para 27 de Novembro» e que visa «incentivar os habitantes do concelho a frequentarem esta zona da cidade, dinamizando o comércio tradicional ali situado, aproveitando para o efeito a época de Natal.» Cabe-me, então, perguntar:
1.º) Porquê só agora? Porque não se pensou mais cedo em parcerias deste tipo, como forma de dinamização das zonas de comércio tradicional, quiçá evitando a decadência actual (ou, pelo menos, diminuindo os impactos negativos da actual crise)?
2.º) Qual é, exactamente, a área abrangida? Cacilhas está englobada nesse perímetro?
3.º) Que actividades estão previstas?
4.º) Porque não implementar um projecto de médio/longo prazo já que, segundo parece, este irá terminar no final do ano?


Segunda:
A freguesia de Cacilhas, em termos proporcionais, deve ser aquela onde existe o maior número de associações socioculturais sem sede própria (falo, por exemplo, da SCALA, do FAROL, da F4, dos Poetas Almadenses, do Balé Brasil, mas podia citar muitas mais).
Reconhecido o importante papel que todas elas desempenham na dinamização cultural da freguesia (e não só) – motivo pelo qual a CMA e a Junta de Freguesia as apoiam (há que reconhecer), pergunto:
Já pensou a CMA, à semelhança do que tem vindo a acontecer noutros concelhos, nomeadamente Santarém, recorrendo à lei do mecenato e a acordos de parceria estratégicos (por exemplos com os comerciantes locais) em viabilizar um espaço onde estas associações pudessem beneficiar de um conjunto de apoios logísticos comuns (centro de recursos) e desenvolver as suas actividades de forma permanente? É que os benefícios para o comércio e turismo, sem esquecer o aspecto social, seriam por demais evidentes.



E as respostas que obtive do vereador António Matos foram aquelas que a seguir vos apresento:
















Sem comentários.


E se quiserem saber qual foi a minha opinião sobre esta iniciativa, cliquem AQUI.

segunda-feira, setembro 15, 2008

Turismo, Comércio e Cultura

Este é o tema do 1.º encontro do ciclo de debates "Cacilhas - O Presente e o Futuro", uma iniciativa da Assembleia de Freguesia de Cacilhas com o apoio de todas as forças políticas nela representadas (CDU, PS, PSD e BE).
Este primeiro debate é subordinado ao tema em epígrafe: TURISMO, COMÉRCIO E CULTURA. Será realizado na próxima sexta-feira, dia 19 de Setembro, pelas 21h, no Auditório da Escola Secundária Cacilhas - Tejo.
O anfitrião será o Presidente da Junta de Freguesia Carlos Leal, e na Mesa teremos, como oradores, o Vereador da CMA António Matos e um representante da delegação de Almada da Associação de Comerciantes do Distrito de Setúbal. O moderador será o Presidente da Assembleia de Freguesia Miguel Salvado.
Na assistência estarão presentes os membros da Assembleia de Freguesia de Cacilhas a quem caberá colocar à Mesa as questões que cada um dos partidos políticos julgue pertinentes.
No final haverá, também, um espaço de participação do público.
ESPERAMOS POR SI.
SEJA UM CIDADÃO ACTIVO.
PARTICIPE.